
São absurdas as acusações feitas pela PGR contra Jair Bolsonaro
Absurda e abusiva a atitude da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que denunciou nesta sexta o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) ao Supremo Tribunal Federal, sob acusação de crime de racismo contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs.
Discurso de ódio só existe na cabeça da PGR - Segundo Dodge, durante palestra no Clube Hebraica do Rio, em abril do ano passado, em pouco mais de uma hora de discurso, “Jair Bolsonaro usou expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais”.
Para Dodge, a conduta do presidenciável é “ilícita, inaceitável e severamente reprovável”. A Procuradoria cita a frase em que Bolsonaro disse: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”.
Quilombolas - Segundo Dodge, o ataque a variados grupos sociais continuou mirando os quilombolas. A denúncia mencionou então a seguinte frase do deputado: “Eu fui em um quilombola em Eldorado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas”. O deputado afirmou também que essas comunidades “não fazem nada”, “nem para procriador eles servem mais”.
A PGR vê chifre em cabeça de cavalo. Raquel Dodge chegou ao ponto de dizer que Bolsonaro chamou os quilombolas de animais porque utilizou a palavra "arroba".
Polibio Braga
Nenhum comentário:
Postar um comentário