No MEC se concentra uma imensa cambada esquerdopata, burocratas, parasitas incompetentes e professores lenientes e fracassados para os quais, o método do Paulo Freire casou como uma luva.
Além disso em muitas universidades estão os reitores corruptos, habituados a usarem dinheiro público em benefício próprio e para as orgias ideológicas que costumamos ver em vídeos estarrecedores.
Sabe-se das extremas dificuldades que enfrenta o Ministro Weintraub para conseguir sequer uma prestação de contas dessa gente!.
Mas acredito que devam existir instrumentos jurídicos para que se consiga chegar onde se deve: transparência nas contas públicas e competência na gestão dos recursos.
E também acredito que existam, nos meios educacionais, pelo menos alguns que não se enquadrem no perfil acima, e estes, podem ser os aliados para implementar as mudanças.
Paralelamente a essa faxina e mudança de comportamento, bem difícil, isso se sabe, seria importante ter um projeto para mudar de vez a sofrível educação.
Pegar os resultados do Pisa e verificar onde estão as deficiências de nossos estudantes.
Matemática e ciências exatas, leitura...
Possivelmente em tudo.
Mas então, tem que começar!
Aumentar carga horária, mudar o currículo, qualificar professores?
Utilizar outro método educativo?
Ou quem sabe inspirar-se em algum modelo de sucesso de fora e adaptá-lo a nossa realidade?
A Coréia do Sul talvez possa ser um exemplo inspirador.
Ou o Japão?
Mas o fundamental é que se tenha um projeto.
Será difícil implementá-lo?
Sim!
Mas tantas barreiras já foram vencidas, por quê não essa que é vital para o Brasil ?
Telma Mathilde Renner é empresária em Gramado/ RS

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