Esses não são sanguinários, assaltam-nos de mansinho, sem dor e tão imperceptivelmente que parecem personagens saídas dos contos de fadas.
Esses não usam armas de canos longos e grossos calibres, nem máscaras para chegarem ao que planejam nas caladas das noites.
Esses não tem sono e muito menos a consciência pesada.
Esses praticam ações beneméritas com o dinheiro público e, embora não tenham religião, ainda são capazes de orar.
Pudor? Decência? Dignidade? Humanidade?
Certos termos passam longe do dicionário desses discretos malandros malabaristas aos quais uma parcela bem grande da população do país sempre esteve convicta de que são eles que sabem, que eles é que entendem de política ou dessa coisa complicada que se chama administrar a coisa pública.
Não, não são os políticos, não.
A Polícia Militar já começa a orientar os cidadãos brasileiros para o cuidado que devem ter para que o rebuliço festivo ocasionado pelo fim de ano não se transforme em tragédias fatais.
Assim:
----- Transporte bolsas, carteiras ou sacolas de compras sempre
junto e à frente do corpo, para o lado de dentro
da calçada;
----- Evite fazer compras sozinho(a);
----- Prefira pagar com cheque ou cartão para não ter consigo
grandes quantias em dinheiro;
-----
Não deixe a bolsa, carteira ou outros objetos comprados de
forma descuidada, mantendo
sua atenção, sem perder contato visual
;
-----
Desconfie de empurrões ou esbarrões;
-----
Tenha dinheiro separado para pequenas despesas;
----- Separe dinheiro em diferentes bolsos, preferencialmente em
bolsos da frente;
-----
Tenha muita atenção a pessoas estranhas que se aproximam;
-----
Evite abrir a carteira em público. Se precisar fazê-lo, seja
discreto (a) e não permita que outras pessoas vejam seu
conteúdo;
---- No caso de furto ou qualquer ocorrência policial, não perca
tempo, comunique imediatamente à Polícia Militar através do
telefone 190.
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