terça-feira, 26 de julho de 2022

PASSANDO POR SÃO MIGUEL

 

25 de julho de 2011
ROMARIA DE CAVALEIROS RUMO À IGUAPE VINDO DE ITAPETININGA...
COMEÇOU A TEMPORADA DE ROMARIAS COM DESTINO À FESTA DO BOM JESUS DE IGUAPE...

















Postado por Frann

segunda-feira, 25 de julho de 2022

GRANDE CHAPLIN:



A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para lhes mostrar que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas; ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar os que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; a alegrar quem precisa; a pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); a aproveitar cada instante de felicidade; a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las; a ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; a abrir minhas janelas para o amor; a não temer o futuro;
Me ensinou a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenho que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

___Charles Chaplin.

LIRA TAMBÉM PAGARÁ!

 

Evento que oficializou candidatura de Bolsonaro é referendo a plano golpista que está em marcha.
Por Redação Ucho.Info/25 de julho de 2022



A oficialização da candidatura do presidente Jair Bolsonaro à reeleição, no domingo (24), era para ser um espetáculo dedicado a mitomania, mas dentro dos limites definidos pela equipe de campanha. No evento organizado pelo PL no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, Bolsonaro não se conteve a abusou das mentiras e retomou os ataques às urnas eletrônicas, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O chefe do Executivo disse que há “11 surdos de capa preta” no Supremo e afirmou que o Exército “não admite fraude e quer transparência”, ou seja, o autoritarismo se fez presente durante o evento.
O presidente mentiu de forma covarde ao tentar convencer os apoiadores de que se preocupa com as mulheres. Para isso, teve de insistir para que a primeira-dama Michelle Bolsonaro participasse do evento. Mesmo assim, a realidade dos fatos não pode ser esquecida apenas porque o atual governo é um misto de usina de escândalos com oceano de incompetência.
Na última quinta-feira (21), Bolsonaro lamentou a morte de um policial militar durante a operação no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, mas ignorou o fato de que duas mulheres foram mortas em meio ao tiroteio entre as forças de segurança e traficantes. Além disso, policiais invadiram casas a esmo, sem o devido mandado judicial, e levaram objetos pessoais dos moradores.
Em relação ao seu principal adversário na corrida presidencial, Bolsonaro abusou da grosseria que lhe é peculiar. Associou o ex-presidente Lula ao perigo comunista, ao banditismo político, à liberação do aborto, à ideologia de gênero e à corrupção. Em dado momento, chamou o petista de “cachaceiro e descondensado”.
A aludida ameaça comunista é mais um absurdo a que recorre Bolsonaro para tentar justificar o plano golpista que está em marcha. Não por acaso, o candidato a vice em sua chapa é o general da reserva Walter Braga Netto, um conhecido entusiasta do golpe.
No tocante à corrupção, beira o desvario alguém que é filiado ao partido de Valdemar Costa Neto e refém do Centrão falar sobre o tema. 
Ademais, os escândalos de corrupção no atual governo estão à disposição para quem quiser conferir. O maior deles, com certeza, é o chamado “orçamento secreto”. Sem falar da compra de vacinas contra Covid-19, do gabinete dos pastores no Ministério da Educação, da liberação de madeira ilegal, entre tantos.
Em relação ao termo “cachaceiro”, Bolsonaro deveria rever a troca de mensagens com um dos seus filhos, por ocasião de eleição para Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, quando escreveu: “Se a imprensa te descobrir ai, e o que está fazendo, vão comer seu fígado e o meu”.
Sobre o termo “descondenado”, Bolsonaro revela sua magistral ignorância. O ex-presidente Lula não foi “descondenado”, mas os processos a que respondia foram anulados porque o ex-juiz Sérgio Moro e os integrantes da força-tarefa da Operação Lava-Jato ultrapassaram os limites da lei em nome de um projeto político espúrio e criminoso. 
É importante ressaltar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não foi condenado no caso das “rachadinhas” porque o governo atuou nos bastidores para anular as investigações.
Durante o evento, Bolsonaro fez menções diretas e indiretas ao eleitorado evangélico, inclusive com sinais na direção do céu, mas não se pode ignorar que no sábado (23) ele participou da Marcha para Jesus, em Vitória (ES), com direito a uma réplica gigante de um revólver. 
Pelo que se sabe, a Bíblia, tão citada por Bolsonaro, não cita armas de fogo como sinônimo de fé.
O único momento da convenção do PL em que prevaleceu a verdade foi quando Bolsonaro exaltou a figura de Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, um dos próceres do Centrão e “dono” do criminoso orçamento secreto. Lira foi chamado de “cabra da peste”, irmão de longa data” e “dono da pauta”.
“Eu sei que a figura mais importante hoje aqui sou eu. Mas se não é o Arthur Lira, esse cabra da peste de Alagoas, não teríamos chegado a esse ponto. Obrigado, Lira”, disse Bolsonaro.


QUEM DUVIDA?

 

Lavrov diz que Moscou pretende derrubar o governo da Ucrânia
Por Redação Ucho.Info/25 de julho de 2022



O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que a Rússia tem o objetivo de derrubar o governo ucraniano, contrariando declarações anteriores suas sobre a guerra.
“Nós certamente ajudaremos o povo ucraniano a se libertar do regime, que é totalmente antipovo e anti-história”, disse Lavrov durante visita ao Cairo no domingo (24). Ele afirmou que russos e ucranianos viveriam juntos no futuro.
A declaração contradiz uma fala de Sergei Lavrov de abril, quando ele disse: “Não temos planos de mudança de regime na Ucrânia.” Naquela ocasião, o ministro russo afirmou que cabia aos ucranianos escolherem seu líder.
Autoridades russas vêm nos últimos dias endurecendo seu discurso sobre a guerra na Ucrânia. Na quarta-feira, Lavrov ameaçou ocupar mais áreas além da região do Donbass, no Leste da Ucrânia, onde a maior parte dos combates ocorre atualmente.
Um dos motivos apontados para essa ameaça é o envio pelo Ocidente à Ucrânia de armas pesadas com maior raio de alcance, como o sistema de mísseis Himars, produzido nos Estados Unidos. Dessa forma, seria necessário para Moscou empurrar os militares ucranianos para mais longe das províncias de Donetsk e Lugansk, que formam a região do Donbass e reconhecidas pela Rússia como independentes.
A Rússia tem como um dos objetivos da guerra que Kiev reconheça a independência da região do Donbass, assim como da península da Crimeia, ocupada em 2014 por Moscou e anexada como território russo.

Zelensky: ucranianos não serão intimidados
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reagiu indiretamente à afirmação de Lavrov, em um discurso em vídeo na noite de domingo. “Só aqueles que não conhecem a história verdadeira e não compreendem seu significado poderiam decidir nos atacar”, afirmou. Por séculos, os ucranianos foram oprimidos. Eles nunca abririam mão de sua independência e não serão intimidados, disse.
“Preservar a unidade agora, trabalhando juntos pela vitória, é a tarefa nacional mais importante que precisamos realizar juntos”, disse Zelensky. Se os ucranianos conseguirem fazer isso, eles terão sucesso no que gerações anteriores fracassaram: manter a independência da Rússia, fazer da Ucrânia um dos Estados mais modernos do mundo e construir seu caminho na direção da Europa, que seria concluído com a adesão à União Europeia, afirmou.
A ministra do Exterior da Alemanha, Annalena Baerbock, havia rejeitado na quarta-feira, em entrevista à Deutsche Welle, a alegação da Rússia de que o envio de armas do Ocidente desempenharia um papel decisivo para que Moscou expandisse seus objetivos militares na Ucrânia. Ela disse que o Kremlin muda continuamente sua argumentação, e a atual afirmação é “mais uma peça de propaganda do lado russo”.

Frustração com a OTAN
Apesar de reforçar sua confiança na vitória dos ucranianos, Zelensky disse que um dos maiores riscos enfrentados pelo seu país hoje é o cansaço em relação à guerra por parte de países do Ocidente, que vêm enviando armas e apoio para o enfrentamento dos invasores russos.
“Todos os países têm seus temas internos. Mas é importante para a gente que as pessoas não se cansem”, afirmou Zelensky em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, veiculada no domingo.
Ele manifestou também estar frustrado com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e reclamou de os líderes de países da aliança militar não terem ouvido os alertas da Ucrânia sobre uma possível invasão russa e agido antes para tentar evitar que isso tivesse acontecido.
Zelensky disse que a OTAN deveria ter tratado a Ucrânia como a Suécia e a Finlândia, que após o início da guerra decidiram pedir adesão à aliança militar, que vem tentando ratificá-la com a maior brevidade possível. “Lamento que a OTAN não tenha nos ouvido. A OTAN deveria ter nos defendido, deveria ter nos tratado do mesmo jeito que trata a Suécia e a Finlândia”, afirmou. 

(Com agências internacionais)

MAS TEM A PRIMEIRA CLASSE...

Entre os jovens, Lula supera Bolsonaro no primeiro turno por 50% a 27%. 
Entre as mulheres, por 48% a 30%. 
E na faixa até dois salários mínimos, 51% contra 28%. 
É isso que explicava a dianteira de Lula no primeiro turno.

UNIDADE POPULAR



O partido Unidade Popular (UP) oficializou em convenção nacional, na manhã deste domingo (24) em Natal (RN), a escolha do militante Leonardo Péricles (MG) para candidato a presidente da República.
Será a primeira vez que o partido, criado em 2019, concorrerá em uma eleição presidencial.
Péricles é presidente nacional do partido.
É técnico em mecatrônica e morador da periferia de Belo Horizonte.



DEU ZEBRA:


DE TANTO DORMIR COM O BROCHA, ELA VIROU MACHINHO?
MAS......... SERÁ QUE DORME?