quinta-feira, 1 de setembro de 2022

DIMITRI SALES NA CÂMARA DE VEREADORES DE VALINHOS/SP.




Na mesa: Thiago Maia Soratto, Symmy Larrat e Tassi Barreto. O evento foi uma iniciativa do vereador Marcelo Yoshida, do Partido dos Trabalhadores. Na pauta: Direitos Humanos e Democracia.

VICENTE PAULO DE ALMEIDA


FALECIMENTO: 01/09/2022, ÀS 03h00, EM SÃO MIGUEL ARCANJO-SP.
78 ANOS, APOSENTADO, CASADO COM A SRª LURDES MONTEIRO DE ALMEIDA, FILHO DE CORINA TRINDADE DE ALMEIDA, DEIXA OS FILHOS: SÍLVIO, MARCO, SÍLVIA, CÉLIO, CORINA, CARINA, MÁRCIO E MÁRCIA.
SEPULTAMENTO: 01/09/2022, ÀS 16h30, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM SÃO MIGUEL ARCANJO.

F. Camargo.




QUEM É ESSE TARCÍSIO?

 

Tarcísio deveria informar aos eleitores paulistas que foi diretor do Dnit no governo de Dilma Rousseff
Por Redação Ucho.Info/31 de agosto de 2022.



Combatente antifascista, o escritor e poeta italiano Cesare Pavese disse certa vez que “a política é a arte do possível”. 
Quem conhece minimamente a política sabe que o resultado dessa atividade tão essencial é o possível. 
Contudo, no Brasil, em especial em períodos eleitorais, a política é a arte da enganação.
Candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, que conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, tem alardeado em seu material de campanha que é nascido no Rio de Janeiro, engenheiro formado pelo Instituto Militar de Engenharia e ex-ministro da Infraestrutura. De acordo com presidente da República, Tarcísio foi melhor ministro da Infraestrutura da história nacional.
Causa espécie o fato de Tarcísio de Freitas não mencionar na propaganda eleitoral que de 2012 a 2014 foi diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) no governo da então presidente Dilma Rousseff. O Dnit, para quem não sabe ou não se recorda, foi reduto das estripulias do Partido Liberal, legenda a qual estão filiados Bolsonaro e seus filhos e que é presidida por Valdemar Costa Neto, condenado e preso no escândalo do Mensalão.
Enquanto diretor do Dnit, cargo que assumiu com a incumbência de promover uma “faxina”, Tarcísio assinou parte dos contratos que foram alvo de investigação no âmbito da Operação Circuito Fechado, que apontou desvios de R$ 40 milhões dos cofres públicos por meio de uma empresa de tecnologia. 
A PF anexou às investigações nove documentos assinados por Tarcísio, alguns de próprio punho. Em sete deles consta apenas o nome do agora candidato ao Palácio do Bandeirantes como representante do órgão.
O primeiro contrato com a Business To Technology (B2T) para o fornecimento de licenças de programas de computador para o Dnit foi assinado por Tarcísio de Freitas em 14 de agosto de 2012, no valor de R$ 11,7 milhões.
Nos anos seguintes, mais dois aditivos tiveram o seu aval, elevando o negócio para R$ 22,6 milhões. De acordo com a PF, não há qualquer evidência de que o serviço tenha sido prestado e a suspeita é de que as contratações serviram de fachada para o dinheiro ser desviado.
De acordo com a PF, Tarcísio ignorou alertas de irregularidades ao assinar os contratos com a B2T. A Advocacia-Geral da União (AGU) apontou ao Dnit a necessidade de comprovar que os preços apresentados pela empresa eram compatíveis com os praticados no mercado. 
Um parecer da Procuradoria Federal Especializada que atua no órgão também pedia para a equipe responsável pela contratação esclarecer “as razões que motivaram o pleito”.
Em 13 de agosto de 2012, Tarcísio assinou relatório “aprovando a realização do processo licitatório”. No documento, o agora candidato bolsonarista não menciona os alertas da AGU e da Procuradoria Federal Especializada e justifica que havia recursos para a contratação.
Os aditivos também foram alvo de questionamentos, ignorados por Tarcísio de Freitas, o que foi destacado no inquérito. “Mesmo assim (diante das irregularidades apontadas), no dia 15/10/2014, (…) Tarcísio Gomes de Freitas e o diretor-presidente da B2T, Nelmar de Castro Batista, assinaram o segundo termo aditivo (…), no valor total de R$ 4,18 milhões, sendo que mais da metade desse valor (…) foi destinada aos serviços de consultoria e de treinamento, serviços que podem propiciar o desvio de recursos públicos”, registra o inquérito.

POBRE REGIÃO AMAZÔNICA!

 

Desmatamento na Amazônia em agosto é o maior em dez anos
Por Redação Ucho.Info/31 de agosto de 2022.




Dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgados nesta quarta-feira (31) revelam que a área desmatada da Amazônia em agosto de 2021 é a maior para o mês em dez anos.
De acordo com o sistema de monitoramento, somente em agosto de 2021 foram desmatados 1.606 quilômetros quadrados de floresta, 7% a mais do que no mesmo mês do ano anterior, e correspondente a cinco vezes a área de Belo Horizonte.
Desde o início do ano, o desmatamento atingiu 7.715 quilômetros quadrados da região amazônica, 48% a mais do que no mesmo período no ano passado, segundo o Imazon.
Os meses de março, abril, maio e julho também tiveram as maiores áreas de floresta desmatada nos últimos 10 anos. Os dados indicam o fracasso das medidas do governo de Jair Bolsonaro para combater e evitar o desmatamento.

Passando a boiada
É importante ressaltar que Bolsonaro, durante a fatídica reunião ministerial de 22 de abril de 2020, não esboçou qualquer reação ao ouvir o então ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, falar em “passar a boiada” para mudar as regras ambientais.
Em 22 de junho de 2021, um dia antes de ser demitido, Salles recebeu elogios de Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto. “Prezado Ricardo Salles, você faz parte dessa história. O casamento da Agricultura com o Meio Ambiente foi um casamento quase perfeito”, disse o chefe do Executivo federal.
Salles é alvo de investigações que tramitavam no Supremo Tribunal federal (STF) em razão do foro privilegiado, que após sua demissão foram remetidas à primeira instância. No âmbito da Operação Handroanthus, a PF identificou a digital de Ricardo Salles no caso que terminou com a apreensão de 226 mil metros cúbicos de madeira extraídos ilegalmente por organizações criminosas, segundo o STF.

Pará apresenta pior registro
Pará e Amazonas seguem como os estados que mais desmatam, responsáveis por 66% da área devastada em agosto.
Somente no território paraense, foram desmatados 638 quilômetros quadrados em agosto, o que corresponde a 40% de todo om desmate na Amazônia Legal.
No Amazonas, o desmatamento atingiu 412 quilômetros quadrados, ou 26% do total. Em terceiro lugar, pela primeira vez, aparece o Acre, com 236 quilômetros quadrados de área destruída. 

(Com agências de notícias)

UM BANDIDO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL

 

Milagre da multiplicação: Bolsonaro e seus quejandos construíram enredo de fazer inveja a Al Capone.
Por Redação Ucho.Info/01 de setembro de 2022



Há no Brasil quem ainda demonstra indignação com as transações imobiliárias do clã Bolsonaro e seus agregados, muitas das quais levadas a cabo com dinheiro em espécie. 
Após matéria de autoria dos jornalistas Thiago Herdy e Juliana Dal Piva, da “Folha de S. Paulo”, a polêmica que tomou conta desta quarta-feira envolve Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro e mãe de Jair Renan.
Ana Cristina corre o risco de se tornar alvo de investigação para apurar a compra de uma mansão em Brasília, onde ela mora com o filho “04” do presidente da República. 
O imóvel consta na declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral pela própria Ana Cristina, que registrou candidatura a deputada distrital pelo Partido Progressista, legenda comandada por dois conhecidos próceres do malfadado Centrão, Arthur Lira e Ciro Nogueira.
Em 2021, quando Ana Cristina e Jair Renan se mudaram para a casa no Lago Sul, região nobre de Brasília, a ex-mulher do chefe do Executivo federal alegou que o imóvel era alugado. 
De acordo com a escritura, a mansão foi comprada em maio de 2021, por R$ 2,9 milhões, pelo corretor de imóveis Geraldo Antônio Machado.
Ao TSE, a ex-mulher de Bolsonaro, que é advogada, informou que o imóvel vale R$ 829 mil. Até o momento, não há registro de que ela tenha comprado o imóvel, de acordo com dados do 1º Ofício de Registro de Imóveis do Distrito Federal.
Ana Cristina é investigada em inquérito que apura a existência de um esquema de recolhimento de parte dos salários de servidores do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. 
A mãe de Jair Renan foi chefe de gabinete de Carlos no período em que teria ocorrido a “rachadinha”, que sob o comando de Fabrício Queiroz teve lugar no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta transações atípicas e indícios de interposição de pessoas para a aquisição da mansão. 
Por outro lado, o mesmo Coaf enviou ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) relatório sobre uma empresa aberta em 2007 por Ana Cristina e que registrou na conta bancária 1.185 saques em dinheiro, no de R$ 1,15 milhão.
Para quem não se recorda, Ana Cristina Valle acusou, em 2008, Jair Bolsonaro de ter furtado um cofre que o casal mantinha em uma agência do Banco do Brasil da capital fluminense. 
A advogada afirmou que guardava no cofre joias avaliadas em R$ 600 mil, US$ 30 mil e mais R$ 200 mil em dinheiro vivo. 
Além disso, ela acusou o ex-marido de ocultar patrimônio, receber pagamentos não declarados e agir com “desmedida agressividade” no processo de separação.
De acordo com as acusações feitas por Ana Cristina à época, Bolsonaro teria omitido patrimônio durante a disputa para deputado federal nas eleições de 2006. À Justiça Eleitoral, o deputado declarou ser proprietário de um terreno, uma sala comercial, três carros e duas aplicações financeiras, que somavam, na ocasião, R$ 433.934,00.
Contudo, a ex-mulher anexou ao processo de separação uma relação de bens e a declaração do Imposto de Renda do ex-marido, segundo a qual o patrimônio incluiria também três casas, um apartamento, uma sala comercial e cinco lotes. Em valores de hoje, atualizados pelo INPC, os bens totalizariam pouco mais de R$ 10,2 milhões.

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Ana Cristina também acusou Bolsonaro de ter “próspera condição financeira” que não correspondia com os salários de deputado federal e de militar da reserva. Segundo a ex-mulher, Bolsonaro tinha uma renda mensal de R$ 100 mil. Na época, oficialmente, Bolsonaro recebia R$ 26,7 mil como deputado federal e R$ 8,6 mil como militar da reserva.
A família Bolsonaro e seus nefastos satélites, tudo indica, tornaram-se especialistas no milagre da multiplicação das cédulas, além de nutrirem certa obsessão por dinheiro espécie. Não custa lembrar que André Siqueira Valle, irmão de Ana Cristina e ex-cunhado de Jair Bolsonaro, foi demitido do gabinete do então deputado federal por descumprir o acordo para devolução de parte do salário de assessor parlamentar. André não devolveu a quantia exigida por Bolsonaro.
André Valle afirmou ter se incomodou com várias caixas de dinheiro vivo que via com frequência na casa de Bolsonaro, em um condomínio na Barra da Tijuca, no período em que conviveu com o casal.
Ademais não se pode ignorar que Fabrício Queiroz, o “faz tudo” da família presidencial, era encarregado de recolher boa parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o filho “01” exercia mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro. Relatório do Coaf apontou movimentação atípica na conta bancária de Queiroz, que inicialmente alegou que os recursos decorriam de compra e venda de automóveis usados. Em seguida, Fabrício Queiroz disse que usava o dinheiro das “rachadinhas” para contratar cabos eleitorais.
Queiroz pagou em dinheiro vivo diversas contas de Flávio Bolsonaro, na boca do caixa, mas o presidente da República tenta normalizar o que tem indícios de crime. O “faz tudo” do clã fez 27 depósitos na conta bancária da primeira-dama Michele Bolsonaro, no total de R$ 89 mil.
Inicialmente, quando questionado sobre um depósito no valor de R$ 24.000,00 de Michele, Jair Bolsonaro alegou que se tratava de pagamento de empréstimo (R$ 40 mil) feito ao amigo de longa data e amigo de pescarias. O presidente afirmou na ocasião que o depósito foi feito na conta da esposa porque ele não tinha tempo de ir ao banco ou ao caixa eletrônico.
Não por acaso, Fabrício Queiroz, em maio de 2019, após ser diagnosticado com um tumor no intestino e operado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, pagou em dinheiro vivo a conta da internação – R$ 64.000,00. Como na órbita de Bolsonaro dinheiro em espécie abunda, Queiroz pagou, em espécie, outros R$ 60.000,00 à equipe médica e mais R$ 9.000,00 ao oncologista responsável pelo tratamento. Valor total em dinheiro: R$ 133.000,00.
Apesar desse enredo de fazer inveja a Al Capone e seus compinchas, Jair Bolsonaro ousou questionar, durante debate na Band, o ex-presidente Lula sobre corrupção nos governos petistas. Sempre dispensamos tratamento isonômico aos bandoleiros da política nacional, não importando o tamanho da roubalheira.
Em suma, Bolsonaro não tem moral para questionar ninguém acerca de corrupção. 
Até porque, nos bastidores, tem ex-ministro do governo revelando tudo e mais um pouco sobre esquemas de corrupção que contaram com a anuência palaciana.
O UCHO.INFO teve acesso a estarrecedores relatos de pelo menos dois ex-colaboradores do governo, mas assumiu o compromisso de não revelar nomes.

VIVA! VIVO! VIVOS!



BEM-TE-VIS À TODA NO MEU QUINTAL.
BOM DIA PRA QUEM GOSTA DO BARULHO DELES.




OLÁ!