sábado, 30 de maio de 2015

O DIABO É O PT!

“O mensalão não foi o Diabo não, foi o PT. 
A roubalheira na Petrobras não foi o Diabo não, foi o PT.
Só existe uma coisa que Deus atribui a paternidade ao Diabo: a mentira. (…)
Sabe, quando um homem mente descaradamente ele se parece com o Diabo. 
Lula, que tal você falar toda a verdade e parar de enganar o povo brasileiro?” 

Pastor Silas Malafaia

PROFESSORES QUEREM SER TREINADORES DE MILITANTES PARA PARTIDOS DE ESQUERDA

Professor Percival Puggina
"Duvido que algum pai, ao matricular o filho numa escola, fique na expectativa de que lhe sejam enfiadas na cabeça as ideias políticas que seus professores tenham. 
Os pais esperam exatamente o oposto. Esperam que os professores não façam isso porque reservam tal tarefa para si mesmos, segundo os valores e a cultura familiar. 
Quando um professor, o sujeito no quadro negro, o cara de cima do estrado, que corrige prova e dá nota, usa a autoridade e os poderes de que está revestido, para fazer a cabeça de crianças e jovens, exerce sua profissão de modo abusivo. Figurativamente, pratica estupro de mentes juvenis. 
Se o professor quer fazer proselitismo político, se anseia por cooptar militantes para sua visão de mundo, de sociedade, de economia, de política, de história, que vá procurar um vizinho, um colega, um superior. 
Figurativamente, que deixe de ser abusador e vá enfrentar alguém de seu tamanho intelectual.
Volto a este assunto porque, aqui no Rio Grande do Sul, o Sinepe/RS, sindicato patronal das escolas particulares, convidou o Dr. Miguel Nagib, coordenador do movimento Escola sem Partido, para uma palestra aos diretores de escolas. Ótimo, não é mesmo? Sim, ótimo para todos os alunos e pais, mas não para o sindicato dos professores das escolas particulares, o Sinpro/RS. 
Em assembleia geral, o sindicato emitiu Moção de Repúdio ao evento, em veemente defesa do direito dos professores de influenciarem politicamente seus alunos. 
No texto (que pode ser lido em aqui), os docentes afirmam que "retirar da Educação a função política é privá-la de sua essência" para colocá-la a serviço "da ideologia liberal conservadora" à qual os mestres de nossos filhos atribuem todas as perversidades humanas, das pragas do Egito ao terremoto do Nepal, passando por Caim e Jack o Estripador.
Não é por acaso que nosso sistema de ensino se tornou um dos piores do mundo civilizado. Afinal, sua essência é ser campo de treinamento de militantes para os partidos de esquerda. 
Os dirigentes do sindicato dos professores do ensino particular (e não pensam diferente as lideranças dos professores do ensino público) estão convencidos de serem detentores não do dever de ensinar, mas do direito de doutrinar! E creem que essa vocação política, superior a todas as demais, "essencial à Educação", encontra na sala de aula o espaço natural para seu exercício. 
Se lhes for suprimida essa tarefa "missionária" e lhes demandarem apenas o ensino da matéria que lhes é atribuída, esses professores entrarão em pane, talvez porque seja isso o que não sabem fazer.
Espero que tão destapada confissão de culpa emitida pelo Sinpro/RS sirva de alerta aos pais e à direção das escolas. 
Os pais pagam para que seus filhos recebam os conteúdos pedagógicos do estabelecimento de ensino escolhido. 
Entregar junto com isso, ao preço de coisa boa, mercadoria ideológica estragada, vencida, não solicitada e sem valor comercial, é fraude."

UM GRANDE GOZADOR E DE MUITAS VERDADES

"A obra clássica é um livro que todo mundo admira mas que ninguém lê".
"Coragem é resistência ao medo: domínio do medo e não ausência do medo".
"Eu nunca fiz nenhum exercício exceto para dormir e descansar".
"Se recolheres um cachorro faminto e lhe deres conforto ele não te morderá. Eis a diferença entre o cachorro e o homem".
"
A raça humana é formada pelos que são malditos e pelos que deveriam ser".
"
Nada precisa tanto mudar quanto as manias dos outros".
"C
omo um exemplo para os outros, e não que eu me importe com moderação mesmo, sempre foi a minha regra de nunca fumar durante o sono, e de nunca me abster quando acordado".
"
Quando em dúvida, diga a verdade!"
"Nã
o seria bom se todos nós pensássemos da mesma forma. É a diferença de opinião que promove as corridas de cavalos".
"
Sabe, minha classe de lealdade era uma lealdade a meu país, não às suas instituições ou aos seus governantes oficiais. O país é algo real, é o substancial, o eterno; é algo pelo que vigiar, se preocupar e ao que ser leal. As instituições são estranhas. São meras roupas, e as roupas podem ser mudadas, podem se tornar ásperas, podem deixar de ser confortáveis e podem deixar de proteger os corpos no inverno, na enfermidade ou na morte. Ser leal aos trapos, disparar pelos trapos, venerar os trapos, morrer pelos trapos, isto é lealdade ao irracional, é puramente animal. Isto pertence à monarquia, foi inventado pela monarquia; deixe que a monarquia os conserve".
"
O barulho não prova nada: muitas vezes, uma galinha, que simplesmente pôs um ovo, cacareja como se tivesse posto um asteroide".
"
Cada vez que te encontrares do lado da maioria, é tempo de fazer uma pausa e refletir".
"
Há três espécies de mentiras: as mentiras, as mentiras sagradas e as estatísticas".
"
Um banqueiro é um homem que te empresta um guarda-chuva quando faz sol, e que to tira quando começa a chover".
"
O revolucionário inventa as idéias. Quando as exaure, o conservador as adota".
"E
u nunca deixei a escola interferir na minha educação".
"
Antes você ficar calado e te acharem um tolo do que começar a falar e terem certeza disto".
"
De todas as criaturas de Deus somente uma não pode ser castigada: o gato. Se fosse possível cruzar o homem com o gato, melhoraria o homem, mas pioraria o gato".
"
Quando o único instrumento que você tem é um martelo, todos os problemas que aparecem você trata como se fossem pregos".
"
Amor é aquilo que depois do casamento se chama engano".
"
Poucas pessoas toleram a riqueza. Dos outros, quero eu dizer".


A TUMBA DE MARK TWAIN


Foi impressor, tipógrafo, piloto fluvial, repórter e escritor norte-americano.
Está sepultado junto ao Woodlawn Cemetery, em Elmira, no Condado de Chemung, em Nova Iorque.

AH, AS FORMIGAS...

Seu nome verdadeiro era  Samuel Langhorne Clemens, mas utilizava o pseudônimo Mark Twain e com este nome tornou-se mundialmente conhecido.
Entre outras coisas, escreveu "As Aventuras de Tom Sawyer", em 1876; oito anos mais tarde, "As Aventuras de Huckleberry Finn" e cinco anos depois, em 1889, "O Príncipe e o Mendigo".
O texto a seguir, concernente às formigas, acha-se inserido em "A Tramp Abroad", escrito por ele em 1880, que foi condensado pela revista Reader`s Digest em publicação de 1943, tendo como título "Dona Formiga, a Fraudulenta".
Foi uma completa desmistificação feita sobre esse inseto tido como exemplo de trabalho.

"Nessa história da inteligência das formigas, quer-me parecer que corroem por aí juízos bastante exagerados.
Tenho passado muito estio a observar formigueiros (à falta de melhor e mais rendosa ocupação) e, com franqueza, até hoje ainda me não caiu debaixo da lupa uma formiga viva que me parecesse mais esperta do que qualquer outra em estado de cadáver.
Refiro-me, bem entendido, à  formiguinha vulgar: porque, no que respeita às decantadas formigas suíças, africanas e outras, que exercem o sagrado direito do voto, organizam aguerridos exércitos, praticam a escravatura e travam debates teológicos, a minha experiência é francamente nula.
Admito que essas formigas sejam tudo quanto delas nos referem os naturalistas amigos dos animais nossos inimigos: mas a formiga, tal qual nós, tristes mortais, a conhecemos, a formiga banal, essa é uma autêntica paçoca!
Não lhe nego o caráter industrioso; é por excelência o bicho laborioso...quando sabe que alguém a está observando; mas é precisamente da sua teimosia, da sua obstinação, que eu faço meu cavalo-de-batalha contra o inseto querido dos fabulistas e dos moralistas.
Sai a formiga por esse mundo em busca do sustento, encontra a sua presa, e que faz ela?
Volta para casa? Não senhor. Pois se nem sequer sabe onde mora!
Pode ser que o formigueiro fique logo ali ao voltar da esquina, a três pés (humanos) de distância: nem assim ela consegue dar com ele.
A sua presa é em geral qualquer coisa que não tem préstimo nenhum, nem para a formiga nem para mais ninguém: é quase sempre sete vezes maior do que seria razoável; a formiga procura o sítio mais absurdo para se apoderar dela; ergue-a no ar à força de braço, e rompe a marcha - não para casa, mas em sentido exatamente oposto; não com calma e prudência, mas com pressa e frenesi: se esbarra com um calhau, em vez de o rodear põe-se a trepá-lo, e aos trancos, arrastando o botim, até se despenhar do lado oposto; aí, ergue-se de repelão, limpa-se da poeira, cospe nas mãos, deita a unha raivosa à sua posse, dá-lhe safanão para a direita e para a esquerda, e lá vai, ora empurrando o fardo a sua frente, ora rebocando-o com desespero, até que, na sua fúria crescente, acaba por perder a cabeça, ergue a presa no ar, e desata a correr perdidamente, numa direção completamente diferente.
Ao cabo de meia hora deste corpo-a-corpo insano, dá consigo outra vez a seis polegadas do ponto por onde começou, e depõe, gemendo, o fardo. Detém-se, limpa o suor da fronte, lambe-se e alisa os membros, e desata outra vez a correr sem destino, com tanta pressa e veemência como há pouco.
Percorre assim um vasto território, aos ziguezagues, e mais tarde ou mais cedo volta a dar de cara com o botim que abandonara. E quando a gente julga que ela o reconhece e lhe vai voltar costas, - não senhor: olha em volta como se procurasse ter bem a certeza de que não é o caminho de casa, deita mão da carga, e aí vai largada, a repetir os mesmos passos que já deu, as mesmas cegas aventuras.   
Até que, por fim, se detém, e lá aparece uma colega marchando ao encontro dela. Ainda bem! Torna-se logo evidente que, na opinião da recém-chegada, uma perna de gafanhoto do ano passado é uma presa de transcendente importância: e a segunda formiga mete-se resolutamente a ajudar a primeira, para carregarem o presunto até casa.
Agarram cada qual numa extremidade da coisa, e desatam a puxar com todas as forças... em sentidos opostos!
Ao fim de alguns minutos de improfícuos esforços, decidem repousar e conferenciar.
Decididamente, há ali qualquer coisa que não marcha. Mas não conseguem saber o que seja, e rompem a acusar-se mutuamente de obstrucionismo. A discussão azeda-se e acaba nas vias-de- fato: atiram-se uma à outra, e durante alguns instantes ferve a dentada e o soco, rolam e esperneiam no chão; até que uma delas morde o pó, com uma perna partida ou uma antena arrancada, e deserta a liça para se ir curar das feridas... Mas não tarda que estejam reconciliadas, e voltam à estacada, aos mesmos esforços insanos e vãos; é evidente, porém, que a formiga estropiada sofre desvantagem: por muito que ela puxe, fincando as garras no chão, a outra arrasta vitoriosamente a presa - e a companheira agarrada a ela.
O tempo corre, e depois de muito arrastar e empurrar (sempre sem sair do mesmo terreno)o presunto é finalmente abandonado, coisa curiosa, sensivelmente no mesmo ponto onde fora encontrado.
As duas formigas, alagadas em suor e anelantes, inspecionam-na minuciosamente, e acabam decidindo que perna seca de gafanhoto, no fim de contas, é coisa de pouca monta, e cada uma delas se aparta dali em sentidos opostos, a ver se não poderiam encontrar qualquer outra coisa, bastante pesada e suficientemente insignificante para que uma formiga a possa considerar bom entretenimento e deseje possuí-la com todas as veras do seu coração...
Hoje mesmo vi eu uma formiga executar todos os passos acima descritos: só que, em vez de presunto seco de gafanhoto, o que carregava era uma aranha morta, bem sete vezes mais pesada que ela própria; acabou naturalmente por abandonar a carga em pleno pó da estrada, para que outra formiga, não menos cabeçuda, pudesse ser tentada a apresá-la.
Tive a paciência de medir o terreno que a asna ( com perdão dos anos) percorreu, e cheguei à conclusão de que o esforço que ela realizara durante vinte minutos, equivalia pouco mais ou menos ao seguinte por parte de um homem, a saber: amarrar juntamente dois cavalos de uns 400 quilos cada um, arrastá-los meio quilômetro pelo chão, galgando obstáculos (em vez de rodeá-los) tais como diques com a altura de 1,80 metros, e no decurso da tarefa trepar um precipício da altura do Niágara, e saltar lá de cima; repetir esta façanha com três altos campanários de igreja; e finalmente abandonar os dois cavalos por terra, num lugar descoberto, sem ninguém a olhar por eles.
A ciência verificou já que a formiga, tal qual a cigarra, não armazena coisíssima nenhuma para seu sustento durante o inverno; é uma impostora que não trabalha senão quando se sente observada, e o será provavelmente por algum entomologista crédulo, isto é, um sujeito ingênuo, pasmado e cheio de boas intenções, que se arrasta de joelhos e toma notas num caderninho...
A formiga, se encontra um toco na sua frente, não sabe evitá-lo; não é capaz de encontrar o caminho de casa; o que, bem ponderado, equivale ao mais completo cretinismo.
Sua tão decantada indústria não passa de vã palavra, já que a formiga nunca consegue chegar a casa levando consigo aquilo que laboriosamente se esforçou por arrastar.
Este fato derruba a última coluna da que lhe sustentava a lendária reputação, e arruína por completo o seu mérito e utilidade como exemplo favorito de moralistas.
Como é que a formiga, essa grande peta dos fabulistas e entomologistas, conseguiu por tantos séculos burlar tantas nações, sem que ninguém tivesse jamais ousado ou sabido desmascará-la, eis um enigma que, por mais voltas que eu lhe dê, não consigo esclarecer: ultrapassa com toda certeza o meu poder de compreensão."

QUEM SE HABILITARIA A CONTESTAR MARK TWAIN?