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quinta-feira, 28 de junho de 2018
EU CURTO A SOLIDÃO. E VOCÊ?
Se você não curte a solidão é porque não gosta da primeira pessoa que deveria amar na vida.
SOMOS TODOS VIRA-LATAS
"O respeitável economista e filósofo Eduardo Giannetti traz no livro “O Elogio do Vira-Lata e Outros Ensaios” uma visão romântica do “complexo do vira-lata”, expressão cunhada inicialmente pelo escritor Nelson Rodrigues, em 1958, para definir a falta de confiança da seleção brasileira que jogaria a copa do mundo daquele ano, mas cujo sentido se ampliou para um sentimento de inferioridade do brasileiro e, por outro lado, até certo encantamento e valorização com o vem de fora do país.
Giannetti tenta mostrar em seus ensaios um outro lado desta realidade, onde o vira-lata representaria a miscigenação genética e cultural do Brasil; ou seja, o que temos de melhor. Para o economista é preciso ter orgulho de ser vira-lata e valorizar esta condição brasileira.
Faço esta introdução para sintetizar abaixo o que é realmente ser um “vira-lata” no Brasil.
Dias atrás, voltando com minha família de uma viagem ao exterior, incluindo meus dois meninos, um de dois anos e meio e outro de apenas cinco meses, chegamos ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, por volta das 05h30 da manhã, com conexão para Porto Alegre às 07h40.
Havia, portanto, tempo suficiente para passar pelo controle de passaportes, pegar as malas – o que realmente fizemos em 30 minutos – e ir ao balcão da Gol Companhia Aérea, para pagarmos os cartões de embarque, entregarmos novamente as malas e irmos para o outro terminal de voos domésticos.
Para minha incredulidade, mesmo chegando vários voos àquele horário, havia apenas uma única funcionária da companhia Gol trabalhando.
Como resultado, a fila não parava de crescer e, naquela situação, minha família e outros certamente perderiam suas conexões.
A título comparativo, outra companhia área, naquele dia, no lado oposto à Gol, tinha entre 6 a 8 posições, acredito, e todas estavam abertas com pessoas trabalhando e dando vazão ao volume de chegadas e conexões.
Levei imediatamente a minha preocupação à funcionária da Cia. Gol quanto ao risco de perda da conexão, ainda mais tendo a necessidade de troca de fraldas e minha esposa de amamentar o nosso bebê, após 8 horas cansativas de voo. Fomos recebidos com tamanha rispidez e descaso que espantava.
Sem sequer olhar nos nossos olhos, a funcionária disse simplesmente que era só ela mesmo ali trabalhando, que não poderia fazer nada e que aguardássemos na fila.
Mais chocante foi quando, na fila, percebi uma senhora que aparentava entre 80 a 85 anos de idade, de cadeiras de rodas, sendo empurrada por seu filho, cansada e debilitada, sem qualquer prioridade ou assistência.
Me vendo naquela situação, me dei conta exatamente do que é ser um vira-lata no Brasil e como o país te recebe.
Mais chocante foi ver as pessoas na fila, conformadas, cansadas, num silêncio constrangedor.
Não havia forças para lutar contra aquela situação.
Fato que muitas empresas, como a Gol Cia. Aérea, nos tratam como vira-latas; o governo, que deveria fiscalizar e aplicar a lei nos trata como vira-latas, e, para piorar, os próprios cidadãos se tratam como vira-latas.
Como se imaginava, às sete horas da manhã, se arrastando, chega uma segunda funcionária, que vai ao seu balcão e ali fica alheia ao cenário de incredulidade.
Várias pessoas numa fila, não sabendo, por falta de estrutura mínima da referida companhia aérea, se conseguiriam pegar a conexão para suas cidades.
Nosso embarque era 07h10. Depois de quase uma hora na fila, a referida funcionária finalmente dá um sopro de vida e grita: “embarque para Porto Alegre aqui”, agora com uma urgência frenética e praticamente dizendo “corram para não perderem o voo”.
Zarpamos em direção ao terminal doméstico, sem a certeza de que conseguiríamos embarcar.
Absurdamente, logo em seguida nos deparamos com uma das maiores piadas de planejamento e construção em aeroportos brasileiros: os elevadores de Guarulhos.
São minúsculos, com capacidade para 2 a 5 pessoas, no máximo, conforme volume de malas e carrinhos. Deveriam estar preparados para transportar de 20 a 30 pessoas ou, quem sabe, numa ambição chinesa, 100.
Os sábios engenheiros e planejadores então fizeram dois elevadores minúsculos, achando que assim o problema de fluxo estaria resolvido.
Resultado: mais fila e perda de um tempo precioso, na gincana que a Gol, para economizar em estrutura e ganhar mais dinheiro, nos propiciou.
Na ida, apenas a título ilustrativo, desistimos de esperar o elevador, pois do térreo ao segundo piso o mesmo sempre está cheio, sem conseguirmos acessá-lo no primeiro andar. Impossível acessar esses elevadores em horário de pico!
Chegamos no embarque na última chamada para o voo, com cara de reprovação dos funcionários da Cia. Gol, como se fôssemos nós os culpados, fora a cena constrangedora dos passageiros te encarando com a certeza de que nós realmente havíamos nos atrasado.
Corremos tanto entre os terminais – o tempo médio é oito minutos caminhando e devemos ter feito na metade do tempo - empurrando carrinho, mala de mão e criança de colo, que chegamos exaustos, suados, sem chance de atender nossos filhos e suas necessidades mínimas, entre as conexões de São Paulo a Porto Alegre.
Neste momento vem a frase arrebatadora do piloto: “Em respeito aos nossos clientes as portas foram fechadas no horário e estamos prontos para partir”.
Este deve ser o momento sublime que o economista e filósofo Eduardo Giannetti talvez enxergue no vira-lata brasileiro.
Eu não, caro Giannetti.
Para mim vale a máxima universal, aplicada em qualquer país sério: cidadão é cidadão, cliente é cliente e vira-lata é vira-lata.
Somos hoje todos vira-latas no Brasil!"
STF, GUARDIÃO DE CHAVES DE CERTAS CADEIAS BRASILEIRAS
Chaves de cadeias nas mãos do STF
Entregaram as chaves dos presídios ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém só pode usufruir dos benefícios decorrentes da medida os presos ricos, os que roubaram muito e repassam parte do roubo para advogados receptadores de furtos a título de honorários, e que os levam até a 2ª Turma do supremo para os acertos finais.
É provável que essas duas últimas semanas tenham sido as mais imorais da corte com a liberação total da bandidagem e em desrespeito à sociedade.
Como se já não bastasse a bandalheira “intra muros”, o ministro da casa ainda dá uma entrevista à imprensa internacional para dizer: a prisão de Lula é ilegal.
Ora, o crápula que ele tenta defender está condenado a 12 anos de prisão em 2ª Instância.
A declaração do “ilustríssimo” ministro Marco Aurélio Mello foi feita em entrevista à RTP, uma das maiores redes de televisão de Portugal.
Não restam mais dúvidas, esse muquifo chamado de suprema corte não passa de um puxadinho dos outros dois podres poderes e tem que ser fechado para pulverização. Está contaminado com tudo o que não presta e levando o Brasil a um quadro de septicemia irreversível.
Nosso país está desmoralizado em todos os aspectos, político, jurídico e administrativo.
Parte da sociedade como um todo só se interessa pelas “quedas” de Neymar.
Acompanhei futebol por muito tempo e confesso que nunca vi coisa mais ridícula.
Esse sujeito sem caráter é o que podemos chamar de anti-atleta.
Um mau exemplo para a juventude que está se iniciando no esporte.
Humberto de Luna Freire Filho – Cidadão brasileiro sem medo de corruptos.
Fonte: Vindo dos Pampas.
O PAÍS NÃO DECOLA, MAS BRIGA-SE AQUI ATÉ COM ROBÔS!
IAB e OAB/RJ denunciam substituição de advogados por robôs na internet.
A presidente do IAB – Instituto dos Advogados Brasileiros, Rita Cortez, e o presidente da OAB/RJ, Felipe Santa Cruz, emitiram nota conjunta nesta quarta-feira, 27, repudiando o lançamento de um robô que teria como função prestar serviços de atendimento eletrônico a trabalhadores e realizar atividades de consultoria sobre direitos trabalhistas.
(Imagem: Jornal Monitor Mercantil)
Na nota, as duas entidades mencionam matéria publicada em site de notícias no último dia 23 que fala sobre o lançamento do robô.
O IAB e a OAB/RJ também pontuam que o Estatuto da Advocacia – lei 8.906/94 – prevê que as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas são atividades privativas de advogados e advogadas.
Confira a íntegra da nota:
Nota conjunta do IAB e da OAB/RJ
A ADVOCACIA É ATIVIDADE PRIVATIVA DE ADVOGADOS E ADVOGADAS
O Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB Nacional e a OAB Seccional do Rio de Janeiro – OAB/RJ vêm a público manifestar-se sobre matéria veiculada no Monitor Mercantil Digital online, acerca do lançamento de um robô, pela empresa Hurst, para defender trabalhadores na Justiça do Trabalho. Segundo informações contidas na matéria, estariam eliminados riscos com pagamento de custas processuais e de honorários decorrentes do ingresso de ações trabalhistas. "Com o lançamento no mercado de um robô chamado Valentina", a empresa prestaria serviços de atendimento eletrônico aos trabalhadores, além de tirar dúvidas sobre direitos trabalhistas.
No perfil do robô no Facebook, "ValentinaRoboDoTrabalhador", além de assumir que não é advogada, Valentina afiança que pode "comprar a briga", assumindo os custos processuais e "devolvendo os valores devidos em razão de lesões trabalhistas", ficando com uma pequena taxa por conta desta atuação. O gerente da Hurst afirma, ainda, que a empresa oferece, através do robô Valentina, uma solução completa, adquirindo os direitos patrimoniais do empregado, para agir em seu nome administrativa e judicialmente.
A iniciativa da empresa decorreria do fim da gratuidade das ações trabalhistas que teria, por sua vez, provocado a redução de 56% das reclamações judiciais em dezembro de 2017, quando começou a vigorar a Reforma Trabalhista. O robô ajudaria os trabalhadores a buscar reparação e indenização de direitos não cumpridos pelos empregadores, admitindo que a redução das ações judiciais teria como justificativa o receio de buscar a Justiça do Trabalho, seja em face da onerosidade do processo, seja por falta de informação.
O Estatuto da Advocacia é taxativo ao definir no artigo 1º que a postulação a órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais, bem como as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas são atividades privativas de advogados e advogadas.
O IAB Nacional e a OAB/RJ reafirmam que a ADVOCACIA É ATIVIDADE PRIVATIVA DE ADVOGADOS E ADVOGADAS habilitados e registrados nas seccionais do sistema OAB, devendo ser investigada a criação de um sistema alternativo de solução privada de acesso à Justiça.
O IAB Nacional e a OAB/RJ repudiam o uso indevido e despropositado de mecanismos que tentam explorar um dos efeitos mais danosos provocados pela chamada Reforma Trabalhista, qual seja, o do acesso à Justiça e ao Judiciário Trabalhista por aqueles que dependem da sua gratuidade.
Rio de Janeiro, 25 de junho de 2018.
Felipe Santa Cruz
Presidente da OAB/RJ
Rita Cortez
Presidente nacional do IAB
ROLDÃO VALLERIANO DE OLIVEIRA
COM A IDADE DE 94 ANOS, VEIO A FALECER NO DIA 27/06/2018, ÀS 16h47, EM SÃO MIGUEL ARCANJO.
APOSENTADO,
VIÚVO DE BENEDITA MARIA DOS SANTOS, ERA
FILHO DE JOÃO VALLERIANO DE OLIVEIRA E BENVINDA MARIA DO ESPÍRITO SANTO E
DEIXOU OS FILHOS: ELZA, MARIA, VILMA, INÊS, ADILSON E BENEDITO.
O VELÓRIO ACONTECE NA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DO BAIRRO DO POCINHO, EM SÃO MIGUEL ARCANJO, DE ONDE SAIRÁ O FÉRETRO PARA
SEPULTAMENTO LOGO MAIS, ÀS 15h00, JUNTO AO
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM SÃO MIGUEL ARCANJO.
NOSSOS PÊSAMES À FAMÍLIA ENLUTADA.
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