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quarta-feira, 28 de abril de 2021
LULA NO CAMINHO CERTO!
Em meio à crise detonada pela Anvisa de Bolsonaro, Lula vai a Brasília para reunião com embaixador da Rússia.
Enquanto o governo Jair Bolsonaro sabota vacinas, o ex-presidente Lula terá uma reunião com o embaixador russo na próxima semana em Brasília, onde também deve encontrar lideranças políticas.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá a Brasília na próxima semana e terá um encontro com o embaixador russo, Alexey Labetskiy, na sede da Embaixada da Rússia.
O encontro acontecerá no contexto da repercussão da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de não recomendar a importação da vacina Sputnik V.
Lula já teve no ano passado um encontro com Kirill Dmitriev, diretor Fundo Russo de Investimento Direto. O diálogo abriu negociação entre a entidade e o Consórcio do Nordeste, formado por nove estados da região, para a compra o imunizante desenvolvido pela Rússia.
Enquanto o ex-presidente faz sucessivos alertas para a necessidade de o governo Jair Bolsonaro não sabotar vacinas, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o Brasil foi pressionado pelos Estados Unidos a não recomendar a importação da vacina russa.
O mau gerenciamento da pandemia também repercutiu no exterior.
Em entrevista à TV 247, o ex-primeiro-ministro de Portugal José Sócrates afirmou que “Bolsonaro deve ser o único presidente no mundo que não apenas negou a doença, mas desvalorizou a vacina”.
Também fez elogiou ao ex-presidente.
“Lula devolveu à esquerda sul-americana o prestígio e a imagem internacional de que a esquerda sabe governar”, afirmou Sócrates em sua análise.
Depois de tomar vacina contra a Covid-19 e ter a sua inocência reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente Lula fará viagens pelo Brasil com o intuito de estreitar articulações com aliados e outros possíveis aliados para a eleição presidencial de 2022.
Pesquisa do Instituto Ideia encomendada pela revista Exame indicou, na semana passada, que somente Lula venceria Bolsonaro num eventual segundo turno na eleição presidencial – 40% x 38%.
IMBECIS!
Chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos diz que tomou vacina "escondido".
Jorge Vasconcellos/27/04/2021.

(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
O ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, disse, nesta terça-feira (27/4), durante reunião do Conselho de Saúde Suplementar, que tomou a vacina contra a covid-19 escondido da imprensa, por orientação da Presidência da República.
A reunião foi transmitida ao vivo pelas redes sociais, mas Ramos e outros ministros, como o titular da Economia, Paulo Guedes, não sabiam.
Um dos principais conselheiros do presidente Jair Bolsonaro, o general Ramos afirmou, durante o encontro, que tenta convencer o presidente a tomar a vacina, já que as novas cepas da covid-19 são mais perigosas.
Ele afirmou que teme pela vida do chefe do governo.
“Tomei [vacina] escondido, né, porque a orientação era... (inaudível). Como qualquer ser humano, eu quero viver, pô. Se a ciência e a medicina tá (sic) dizendo que é a vacina, né, Guedes, quem sou eu para me contrapor? Estou envolvido pessoalmente, tentando convencer o nosso presidente. Nós não podemos perder o presidente para um vírus . A vida dele, no momento, corre risco, ele tem 65 anos”, disse o chefe da Casa Civil.
Já o ministro Paulo Guedes, ainda durante o encontro, fez críticas à China.
Ele disse que os chineses inventaram o coronavírus e não foram capazes de fabricar uma vacina melhor que a dos Estados Unidos.
“O chinês inventou o vírus, e a vacina dele é menos efetiva que a americana”, afirmou o titular da Economia.
Após os participantes tomarem conhecimento de que as conversas estavam sendo acompanhadas ao vivo, a transmissão foi encerrada.
INÁCIA MARIA DE QUEIROZ RASKEVICIUS

COM A IDADE DE 70 ANOS, FALECEU NO DIA DE HOJE, 28/04/2021, ÀS 06h36, EM SÃO MIGUEL ARCANJO.
APOSENTADA, ERA VIÚVA DE ANTONIO RASKEVICIUS.
FILHA DE JOAQUIM FERREIRA DE QUEIROZ E FLORIPA DE QUEIROZ, DEIXOU OS FILHOS: KÁTIA, VALÉRIA E FÁBIO.
O SEPULTAMENTO SERÁ REALIZADO LOGO MAIS, ÀS 13h00, JUNTO AO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE SÃO MIGUEL ARCANJO.
Funerária Camargo.
O ADVOGADO DO DIABO!
Para defender o pai na CPI da Covid, Flávio Bolsonaro ignora a trajetória do clã e abusa da incoerência.
Por Redação Ucho.Info/27 de abril de 2021

Ao longo dos anos, a incoerência que paira sobre a política brasileira cresceu de forma assustadora, transformando-se em nauseante espetáculo de insensatez. No vale-tudo que reina no Parlamento, onde adversários recorrem a artifícios sórdidos para defender ideias e aliados, no melhor estilo “missa encomendada”, políticos não se incomodam em dar nova vida aos próprios fantasmas.
É o caso do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), ator principal da patetice criminosa conhecida como “rachadinhas”, aterrissou na manhã desta terça-feira (27) no plenário onde teve início a CPI da Covid, que investigará a desastrosa atuação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus.
Flávio Bolsonaro, do alto de sua conhecida petulância, criticou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) por ter criado a CPI durante a pandemia. “Rodrigo Pacheco está errando, está sendo irresponsável, porque está assumindo a possibilidade de durante os trabalhos dessa CPI acontecerem mortes de senadores, assessores, morte de funcionários, porque em algum momento a sessão vai ter que ser presencial”, afirmou o presidente da República.
O filho “01” de Bolsonaro deveria fazer um exame de consciência – talvez pudesse retornar ao planeta Terra – e reconhecer que é desprovido de cabedal para falar sobre o risco que representam sessões presenciais. O presidente Jair Bolsonaro, o negacionista de plantão, ignora o perigo de uma doença desconhecida e traiçoeira ao provocar aglomerações, não usar máscara de proteção, criticar o distanciamento social e demonizar as medidas restritivas para combater o avanço da pandemia.
Ao criticar o presidente do Senado, o filho de Jair Bolsonaro comprova que o governo, ao contrário do que disse o chefe do Executivo ao falar em “velha política”, continua se valendo do “toma lá, dá cá” como forma de sobreviver e chegar ao final sem intercorrências e solavancos, se é que isso pode ser considerado possível.
O primogênito do presidente da República não perdeu a viagem e disparou críticas ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), indicado relator da CPI da Covid, para desespero do staff palaciano. Flávio justificou o ataque com o fato de Calheiros ser pai do governador de Alagoas, Renan Filho, que pode ser alvo de investigação no escopo do repasse de verbas federais aos estados para o enfrentamento da pandemia.
“Obviamente que ele tem impedimento para estar na CPI. Eu sou filho do presidente e tenho bom senso. Não batalhei para estar porque entendo que não teria imparcialidade para fazer parte dela, assim como Renan Calheiros deveria fazer o mesmo”, afirmou Flávio Bolsonaro.
O clã presidencial, como se sabe, alimenta-se diuturnamente no cocho do autoritarismo, por isso o senador fluminense surgiu em cena, mais uma vez, a reboque de um discurso mentiroso e debochado. Por questões óbvias e conhecidas, cumpriu ordem do pai.
Quando o presidente da República tentou emplacar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o “fritador de hambúrguer do Maine”, como embaixador do Brasil em Washington, Flávio manteve-se calado.
De igual modo, quando Jair Bolsonaro autorizou a realização de reunião no Palácio do Planalto com integrantes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI) e membros da Abin para tratar do caso das criminosas “rachadinhas”, Flávio Bolsonaro não apenas aceitou de bom grado o ilegal encontro, mas mandou às favas o bom senso que agora tenta vender à parcela incauta da opinião pública.
Ao invés de atacar Renan Calheiros, que a depender do humor poderá piorar sobremaneira a já difícil situação do presidente da República, Flávio Bolsonaro poderia explicar aos brasileiros temas que ainda permanecem no campo da dúvida:
1) o pagamento de algumas contas pessoais com dinheiro vivo – operação a cargo de Fabrício Queiroz;
2) a meteórica evolução patrimonial, com transações imobiliárias suspeitas;
3) a franquia de uma loja de chocolate que funcionava com “lavanderia” do dinheiro das “rachadinhas”;
4) a bisonha aquisição de uma mansão em Brasília.
5) os depósitos feitos na conta da primeira-dama pelo seu operador nas “rachadinhas”;
6) o fato de ter empregado em seu gabinete na Alerj a mãe e a ex-mulher do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, fundador do “Escritório do Crime” (grupo de matadores de aluguel) e assassinado em fevereiro de 2020.
Com a palavra, o senador Flávio Bolsonaro.
E A COVID-19 CAMINHANDO LIVREMENTE PELO BRASIL...
Brasil registra 3.120 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas; total de óbitos passa de 395 mil.
Por Redação Ucho.Info/27 de abril de 2021.

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 3.120 mortes por Covid-19, totalizando 395.324 óbitos pela doença desde o começo da pandemia. Com o novo balanço, a média móvel de mortes nos últimos sete dias chegou a 2.399, recuo de 20% na comparação com o índice de quatorze dias atrás. A média móvel de mortes ficou abaixo de 2,4 mil pela primeira vez desde 25 de março, quando estava em 2.276. OS dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e foram divulgados na noite desta terça-feira (27) pelo consórcio de veículos de imprensa.
Apesar de os números da Covid-19 apresentarem recuos pontuais, indicando estabilidade, a pandemia ainda é considerada grave no Brasil. Prova disso é que no último sábado (24) o mês de abril tronou-se o mais letal de toda a pandemia no País. No domingo (25), as mortes por Covid-19 registradas em 2021 superaram todos os óbitos pela doença do ano anterior. Há 97 dias a média móvel de mortes no Brasil está acima de 1 mil; há 42 dias, acima de 2 mil mortos por dia.
Em relação a casos confirmados, nas últimas 24 horas foram notificados 76.085 novos diagnósticos, sendo que desde o início da crise sanitária 14.446.541 brasileiros já contraíram o novo coronavírus. A média móvel de casos nos últimos sete dias foi de 56.522 novos diagnósticos por dia, recuo de 18% em relação à média de duas semanas atrás.
Os números reais de casos e de óbitos pela doença são muito maiores, principalmente por causa da baixa testagem em larga escala e da subnotificação, como tem afirmado o UCHO.INFO desde o primeiro registro da presença do novo coronavírus em território brasileiro. Autoridades de saúde reconhecem que o cenário provocado pelo SARS-Cov-2 no Brasil é muito mais grave e preocupante. Pelos nossos cálculos, com base em informações de especialistas em epidemiologia, o número de mortes por Covid-19 no Brasil é pelo menos 50% maior.
De acordo com informações do Ministério da Saúde, até a noite de segunda-feira (26) 12.879.051 pacientes haviam se recuperado da Covid-19. O Conass não divulga o número de recuperados.
Com base nos dados do Conass, 12 estados brasileiros apresentam estabilidade no número de mortes por Covid-19: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe. Quatorze entes federados registram queda no número de óbitos pelo novo coronavírus: Amapá, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. O estado de Roraima Bahia não atualizou os dados sobre a Covid-19.
Em relação à imunização contra Covid-19, o balanço desta terça-feira-feira mostra que 30.259.475 pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra Covid-19, o que representa 14,29% da população brasileira. A segunda dose foi aplicada em 13.989.783 pessoas, o que equivale a 6,61% da população. Considerando que as vacinas disponíveis no País exigem dose de reforço (segunda dose), o Brasil está muito longe da meta de vacinar 75% da população para conter a circulação do novo coronavírus. Além disso, a falta de imunizantes para a segunda dose coloca em risco o processo de vacinação.
A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes no Brasil subiu para 188, a 14ª mais alta do planeta, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins. Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país com maior número de infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 32,1 milhões de casos, e da Índia, com 17,6 milhões de pessoas infectadas. É também o segundo em número absoluto de mortos, já que mais de 573 mil pessoas morreram nos EUA.
Ao todo, desde o início da pandemia, mais de 148,1 milhões de pessoas já contraíram oficialmente o novo coronavírus ao redor do globo, sendo que mais de 3,1 milhões de pacientes morreram em decorrência de complicações da Covid-19.
BRASIL SE ALINHA À ÍNDIA E À ÁFRICA DO SUL NO RANKING DE PAÍSES MALDITOS COM A PANDEMIA.
Bélgica proíbe entrada de passageiros do Brasil, Índia e África do Sul.
Por Redação Ucho.Info/28 de abril de 2021.

O governo da Bélgica decidiu nesta terça-feira (27) proibir temporariamente a entrada em seu território de viajantes provenientes da Índia, do Brasil e da África do Sul. A decisão foi tomada depois de as autoridades belgas detectarem alguns casos da variante indiana do novo coronavírus.
Com a decisão, fica proibido o transporte de pessoas a partir desses três países, por avião, trem, navio ou ônibus, inclusive quando apenas estiverem em trânsito.
Entre as exceções estão viagens diplomáticas e de pessoas que trabalham para organizações internacionais ou que tenham sido convidadas por elas e cuja presença seja indispensável para o bom funcionamento delas.
Pessoas de nacionalidade belga ou com residência na Bélgica que estejam nesses três países poderão regressar. Porém, deverão fazer um teste RT-PCR ao chegarem e ficar em quarentena por ao menos uma semana, quando serão submetidas a novo teste.
A Bélgica detectou recentemente 20 casos da variante indiana do novo coronavírus em grupo de estudantes que havia viajado de avião da Índia para Paris e depois seguido de ônibus para a Bélgica. Esses casos se somam a outros sete em todo o país.
A variante britânica é atualmente a dominante na Bélgica, somando 85% dos casos, enquanto as variantes sul-africana e brasileira representam menos de 5% cada.
(Com agências internacionais)
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