quinta-feira, 2 de outubro de 2014

MONSTROS DEBAIXO DA CAMA



Os tempos mudaram.
Antigamente, as pessoas costumavam deixar, se não um penico, ( já que o banheiro, também chamado "casinha", ficava lá fora), apenas os sapatos debaixo da cama.
Hoje, desde drogas e até cadáveres são escondidos lá.
Ontem, segundo li no blog do Toni Silva, a polícia de Sorocaba prendeu Júlio César da Silva e Vinícius Henrique da Silva, 19 e 20 anos, por envolvimento com o tráfico de drogas.
Com os rapazes foram encontrados: 115 frasconetes contendo cocaína, 156 porções de maconha e R$ 165,00.
Parte dos entorpecentes foi localizada debaixo da cama.

DIRÃO QUE É SÓ UMA CRIANÇA?



Mas claro que não é!
Em seu curriculum, além de jogar futebol, beber e farrear, algumas histórias de furtos, roubos, tráfico de drogas e assassinato, pois o caminho do mal leva sempre a matar e o que mais aparecer no torvelinho de uma vida que está acima da vida de todas as outras pessoas na sociedade.
Tremendo viciado no "DÁ CÁ O QUE É SEU", o animal foi capturado e deve permanecer sob a função da Justiça.
Foi ele quem, contando com a ajuda de um amigo "de menor", assassinou Márcia Cristina Ferreira Filgueiras, de 33 anos, só pelo fato de ela ser cunhada de Maicon Rosa dos Santos, 21 anos, que assassinou Simione do Nascimento Barbosa, um dos seus amigos.
SERÁ QUE VAI FAZER FALTA ESSA ESPÉCIE DE ELEITOR NO PRÓXIMO DOMINGO?

Fonte: Jornal "Cruzeiro do Sul".

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

SÃO MIGUEL ARCANJO, GRAÇAS AO MAJOR LUIZ VÁLIO, FOI ETERNIZADA NO LIVRO DE PANDIÁ CALÓGERAS





Devemos ao Dr. Othon Henry Leonardos o trabalho de coligir dados e informações sobre jazidas auríferas do estado de São Paulo, além das observações de que dispúnhamos. 
Valiosa foi sua contribuição, porquanto nossos conhecimentos em relação a esse estado referem-se mais à geologia geral.
Em capítulo especial tratamos incidentemente das formações proterozóicas que encerram, em São Paulo, os vieiros auríferos.
Do relatório de Orville Derby, da Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, ano de 1888, extraímos as notas abaixo, sobre as minas do Jaraguá, examinadas pelo geólogo Francisco de Paula Oliveira.

"Depois de Eschwege, ninguém mais se lembrou de mencionar, em escrito que chegasse até nós, os trabalhos proseguidos, que foram tão insignificantes em relação aos antigos, que é desculpável uma tal negligência. Só o testemunho de poucas pessoas daquela época nos pode indicar alguns pormenores sobre estas últimas tentativas de extração do ouro.
"Uma das mais importantes foi a de um tal Dom Joaquim Calbot, de origem castelhana, que há mais de trinta anos montou um engenho com dez mãos para socar os botados dos antigos. Existem ainda no lugar denominado lavras de Dom Joaquim a roda, o eixo e sete a oito mãos de ferro-gusa, pertencentes à bateria de pilões. O que era ferro batido foi carregado e mesmo algumas mãos servem de bigorna em casas da vizinhança.
"Dom Joaquim possuía, para os lados do norte da província, uma fazenda e, não podendo estar à testa do serviço, confiou-o a um Sr. João Lafebre, que, auxiliado por cinco escravos, socou bastante pedra para retirar, segundo as tradições, quatro garrafas de ouro em pó; mas, Dom Joaquim, por motivos que ignoramos, desaviu-se com o seu empregado e suspendeu os trabalhos. Nada consta sobre o tempo que esteve em atividade a máquina, mas pelo uso que mostram as mãos e, atendendo à qualidade da rocha que trituraram, não deveria ter excedido de cinco a seis meses de exercício. Dizem que Dom Joaquim sofreu prejuízos e nenhum resultado tirou da experiência.
"Outra lavra, de que há notícia de trabalho moderno, é a denominada do Maganino. Em 1812, um senhor deste nome começou trabalhos perto de um grande pinheiro, que ainda aí existe. Maganino seguia uma linha mais rica e, descuidando-se em abater o volume de terra, que lhe ficava superior, foi forçado a parar o serviço por ter tido a infelicidade de perder cinco escravos, que ficaram enterrados no desmoronamento.
"Além destes, são apontados os serviços do Manquinho, o dos terrenos que foram de Dona Gertrudes Galvão de Lacerda perto do Jaraguá, o do Curupira, um dos mais chegados ao morro, o serviço da Roda d'Água, o do Ribeirão das Paineiras, perto da estrada que de Taipas vai a Parnaíba, e o do mesmo ribeirão na barra com o Juqueri e que foi propriedade de um padre.
"Seria longa, e mesmo sairia fora dos limites desta notícia, uma descrição detalhada de cada uma destas lavras e do modo por que foram trabalhadas, o que reservo para uma memória especial, logo que tiver elementos mais abundantes que mereçam ser publicados. Cumpre-me, porém, dar ideia do modo de ser das jazidas.
"É fato que grande parte da exploração destas lavras foi feita no cascalho, cuja possança muito variável não excedia de 60cm; mas os trabalhos eram dirigidos de tal modo que, para chegar a esta camada, tinham de lavar um volume de terra vermelha de altura que atingia muitas vezes a mais de dez metros.
"A exploração ia além e os micaxistos, que formavam o solo, eram atacados ou por necessidade do trabalho ou por conterem ouro, o que é mais provável, visto haver serviços feitos exclusivamente nesta rocha decomposta.
"O cascalho apresenta muitas vezes pedaços pesando dois a três quilos e é formado quase todo ele de quartzo muito quebradiço, desmanchando-se facilmente em areia, fato que concorreu para dar-lhe a forma arredondada sem ser preciso ter percorrido grande extensão. Este quartzo deve provir dos grossos vieiros que atravessam os micaxistos em diversas direcções e que são ainda encontrados in situperto do morro Uruqueçava ou morro Doce. É bem provável que o ouro estivesse ligado à formação desses vieiros, e vem talvez confirmar esta hipótese a experiência de Dom Joaquim que, triturando o quartzo friável, pôde ainda retirar deles o metal contido.
"Não é esse, porém, o modo mais geral de ser do ouro nesta formação. Uma boa parte está espalhada na grande massa da rocha em pequenas veias em todas as direções e que cortam os micaxistos formando uma espécie d
e stockwerck. Tive ocasião de seguir uma destas linhas em pequena extensão, tirando provas com a bateia. Era formada de quartzo em pequenos fragmentos ligados por uma argila amarelada, contendo magnetita e bióxido de manganês. O ouro apresenta-se em grãos quase microscópicos com uma cor amarela brilhante e sem forma definida. Estas veias são numerosas e têm uma possança que não excede de três a quatro centímetros. Torna-se, pois, necessário lavar uma grande porção de terra estéril superior aos micaxistos para poder aproveitar o ouro encerrado nessas pequenas linhas.
"Era isso que determinava o processo de exploração todo característico desta região e que só pôde ser comparado com os de São Gonçalo da Campanha e Apiaí.
"Percorrendo-se as lavras, nota-se que, à medida que nos aproximamos do Jaraguá, diminui a quantidade de micaxistos e a rocha torna-se um verdadeiro quartzito que facilmente se desagrega. A lavra de Dom Joaquim e a do Curupira já se acham nesta última classe, enquanto as do Manquinho, das Palmeiras, etc, estão em uma rocha mais argilosa e micácea. Tudo nos leva a crer que esta formação pertence ao horizonte geológico dos micaxistos e quartzitos micáceos.
"Existe ainda na zona uma extensão mais ou menos considerável de cascalho virgem deixado pelos antigos mineiros, quer por causa da importância sempre crescente do desmonte ou dificuldades na obtenção de águas altas, quer por empobrecimento do depósito aurífero ou por outro motivo ignorado. Estudando a região exclusivamente debaixo do ponto de vista científico, não me achei autorizado a fazer pesquisas demoradas sobre a extensão, riqueza e facilidades para o trabalho, pelos métodos modernos, destes depósitos. Limito-me, portanto, 
a notar a sua existência, chamando assim para ela a atenção dos que procuram depósitos auríferos para explorações industriais, aos quais compete proceder às pesquisas referidas. Parece-me, porém, que deva ser antes nos filões da rocha do que nos restos de aluviões que há de basear-se a mineração futura desta região, caso a indústria mineira aí torne a se estabelecer.
"Para o modo de ser do ouro, verificado por mim, isto é, em filões pequenos e irregulares disseminados em uma grande massa de terra, só processos muito aperfeiçoados e uma extração em grande escala e a preço ínfimo poderão dar resultados vantajosos.
"Sobre a existência de vieiros de maior possança e riqueza nada vi que justifique uma opinião, mas, por outro lado, nada há verificado que torne descabida pesquisas com o intuito de descobri-los."
Foi no estado de São Paulo que, em meados do século XVI, se descobriram as primeiras minas de ouro do Brasil. Confirmaram estes achados missivas do Bispo Sardinha e do Padre Anchieta, datadas respectivamente de 1552 e 1554. As jazidas auríferas são verificadas nas expedições de 1560 e 1562, do provedor Braz Cubas e seu auxiliar Luiz Martins.
Segundo Eschwege, "as primeiras notícias de interesse do governo pela lavra de ouro no estado de São Paulo encontram-se no decreto de 15 de agosto de 1603. Mas a lei ficou sem execução durante meio século, e somente em 1662 passou a vigorar em São Paulo, reforçada depois pelo decreto de 4 de outubro de 1659, onde o governador do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá e Benevides, incumbiu ao Capitão-Mor de São Vicente, Antonio Ribeiro Moraes, de inspecionar as lavras de ouro e fazer executar o dito decreto. Mais tarde, em 1660, visitou o mesmo governador pessoalmente as lavras 
auríferas, assim como no ano de 1682 o mestre-de-campo, Duarte Teixeira Chaves, governador do Rio de Janeiro, que se responsabilizou pela administração das minas. Em 1697, por ordem do rei D. Pedro II, Arthur de Sá Menezes veio examinar também as minas paulistas".
Para o refino do ouro obtido no estado de São Paulo, foi construída na Vila de Iguape uma casa de fundição; depois edificada uma outra em Taubaté, para a fundição do ouro proveniente do território de Minas Gerais; e ainda mais tarde construíram uma terceira na cidade de São Paulo.
O decrescimento da mineração em São Paulo foi consequência da emigração dos bandeirantes paulistas para os distritos mais ricos de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Mato Grosso; e também porque o desenvolvimento das vilas próximas do litoral tornava a agricultura mais rendosa que o trabalho nas lavras.
Esquecida inteiramente a mineração, somente nestes últimos tempos vêm sendo redescobertas as aluviões auríferas abandonadas pelos antigos, e os vieiros ainda intactos, que estão a merecer cuidadosas pesquisas.
A indústria extrativa do ouro havia sido inteiramente abandonada, em São Paulo, em vista dos resultados obtidos nos distritos mais ricos de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Mato Grosso.
Nestes últimos tempos, graças à baixa cambial, novo interesse foi despertado e pesquisas oficiais, assim como particulares, têm sido realizadas sobre aluviões e vieiros auríferos.
Othon H. Leonardos nos forneceu os dados que em seguida resumiremos sobre os depósitos paulistas.
As notas que seguem, relatadas em ordem geográfica, são o resumo desse estudo inicial.

Município de Iguape
As principais ocorrências de minérios auríferos se encontram no distrito de Juquiá, nos afluentes do Rio São Lourenço-Juquiá, que descem da Serra de Paranapiacaba.
Ao longo da serra predominam as formações filíticas da Série de São Roque (Algonquiano). A rocha matriz do ouro é sempre o quartzo de vieiro, com pirita e afrisita, e mais raramente galena.
Este trecho da Serra de Paranapiacaba é quase desabitado e desconhecido.
Entre as localidades onde se tem descoberto minério aurífero citaremos: cabeceiras do Rio São Lourenço, não longe de Juquitiba, nos limites dos municípios de Iguape e Itapecerica. Vieiros de quartzo aurífero.
Todos os córregos das cabeceiras do Rio Verde, nos limites dos municípios de Iguape e São Miguel Arcanjo, são auríferos. A região, inteiramente desabitada, écoberta por densíssima floresta. Por toda a parte, pelas encostas abruptas da serra, encontram-se blocos de quartzo de vieiro. Na maioria das vezes o quartzo é branco-leitoso e estéril; mas de quando em vez ele se mostra piritoso e aurífero.
Os córregos denominados Ouro Fino, Ouro Preto, Lavrinhas, Fartura, etc. relembram nos nomes as antigas minerações dos jesuítas.
Um dos afluentes mais ricos do Rio Verde é o Ribeirão Cruzeiro ou Pedro Vaz. Principalmente no trecho em que atravessa as terras de Dona Maria Isabel Carvalho Quartim, consta que as aluviões são bastante produtoras.
Cortando o córrego Quebra Cabeça, no sítio do Sr. Luiz Valio, encontramos um vieiro de quartzo com muita pirita e afrisita, mas relativamente pobre em ouro (um a dois gramas por tonelada). A presença de alguns cristais de feldspato no minério indicava estar-se nas proximidades da zona pegmatítica.
No córrego dos Moços, afluente do Rio Verde, em terras do engenheiro David MacKnight, corre um vieiro de quartzo com turmalina e afrisita bastante rico em ouro. No mesmo córrego tem sido encontrada a cassiterita. No rio Ipiranga, afluente do Juquiá, têm sido verificados cascalhos auríferos, sendo especialmente famosas as aluviões do afluente Travessão. Estas jazidas, que se acham em terras do Sr. Guilherme Christofle, foram estudadas pelo engenheiro Theodoro Knecht. O ouro provem de vieiros de quartzo com pirita e afrisita, encaixados no granito. As lavras antigas dos jesuítas começavam a três quilômetros a montante do Salto, e se estendiam às cabeceiras do Rio Travessão, num comprimento de cerca de seis quilômetros. O volume de aluviões auríferas é, na opinião do Dr. Knecht, assaz considerável. Igualmente aurífera é a zona compreendida entre Sete Barras e o Ribeirão da Serra, especialmente o Ribeirão Laranjeiras.

Fonte: Brasiliana Eletrônica.

CARTAS DE MONIZ BANDEIRA

Em nova carta ao presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, o historiador e cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira voltou a adverti-lo sobre os riscos da candidatura Marina Silva, advertindo-o para uma possível interferência da Open Society Foundation, do magnata George Soros, a New Endowment for Democracy ou a própria USAID, entre ONGs, que assumiram a função de promover regime change e patrocinaram demonstrações na chamada Primavera Árabe e na praça Maidan, em Kiev, Ucrânia”.
Leia a seguir a segunda carta de Moniz Bandeira a Roberto Amaral:

Prezado Professor Roberto Amaral:
Rogo-lhe que, por favor, não tergiverse.
Não mais se trata de premonição, mas de fato. Algo que previ (não sabia o que), a partir de alguns acontecimentos e circunstâncias, e confirmou-se, infelizmente, sob a forma de um desastre de avião, acidental ou não. Nada se pode afirmar, mas tudo se pode supor. No caso, tudo é possível.
A Sra. Marina Silva, que tinha um percentual maior de intenções de voto, tornou-se assim a candidata à presidência do Brasil, na legenda do PSB, que a abrigou.
Desde meus 15/16 estive envolvido nos meios políticos, trabalhei sempre nessa área, em vários jornais, e a partir do início de 1960, quando tinha apenas 24 anos e a completar os estudos de Direito, desempenhei a função de editor e analista político do Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, até o golpe de 1964, após o qual asilei-me no Uruguai juntamente com o presidente João Goulart e centenas de outros .
Em tais circunstâncias, com a experiência de militância contra a ditadura, que me levou a passar dez anos de minha vida entre exilado, clandestino, semiclandestino e preso (dois anos) pelo CENIMAR, de cujo pelotão participava um americano, bem como com o conhecimento da realidade internacional, o que previ foi a possibilidade de que algo (não imaginava o que) pudesse incapacitar o governador Eduardo Campos, cuja candidatura me parecia inviáverl, e que eventualmente a Sra. Marina Silva assumisse a cabeça da chapa.
E aconteceu.
A Sra. Marina já havia disputado da eleição de 2010 e obtivera uma expressiva quantidade de votos. Novamente, nas pesquisas para o pleito desse ano, 2014, manteve um percentual de intenções de voto superior ao do governador Aécio Neves, para o qual não se vislumbrava perspectiva de vitória. Daí é possível inferir que ela se tornou a esperança das forças mais conservadoras do país, acobertada pela histórica legenda do PSB.
É fato que a Sra. Marina Silva acervou em três anos R$ 1,6 milhão (um milhão e seiscentos mil reais), apenas com conferências, e se recusa a revelar a fontes que tanto lhes pagaram, alegando exigência de confidencialidade, conforme a Folha de São Paulo noticiou.
Por que a confidencialidade? As fontes não constam de suas declarações anuais de imposto de renda? Por que não as revela publicamente, como requereu a Folha de São Paulo? É estranho.
O segredo induz à desconfiança de que algumas das fontes possam ser a Open Society Foundation, do magnata George Soros, a New Endowment for Democracy ou a própria USAID, entre ONGs, que assumiram a função de promover regime change e patrocinaram as demonstrações da chamada Primavera Árabe e na praça Maidan, em Kiev, Ucrânia.
Tudo se pode imaginar.
Também constituem fatos as declarações da Sra. Marina Silva, em favor da privatização do Banco Central, contra o Mercosul, de interferência nos assuntos internos de Cuba, contrariando as linhas da política exterior do Brasil e, inter alia, de realinhamento com as diretrizes de Washington. Elas não são compatíveis com as tradicionais linhas ideológicas do PSB, do qual fui membro antes do golpe militar de 1964.
Confome consta no texto da entrevista que concedeu à Associated Press e publicada pelo jornal Latin Post, em 18 de setembro de 2014, as relações do Brasil com "Cuba, China, Iran and Venezuela may see a different focus if Silva becomes president", o que significa que o país se submeterá às diretrizes Washington.
Não sem motivo Michael Shifter, presidente da entidade Inter-American Dialogue, com sede em Washinton, declarou: "If elected, she has such a remarkable personal story that she'd come to the presidency with a lot of legitimacy, tremendous excitement and high expectations".
O Brasil é um dos fundadores do banco dos BRICS, cujo objetivo é criar um novo sistema financeiro e sair da área de predominância do dólar, como fiat currency, única moeda internacional de reserva, com qual se processam mais de 60% ou 7% das transações de óleo e gás, o alicerce da hegemonia política e militar dos Estados Unidos, que somente Federal Reserve Bank, em Washington, pode imprimir.
Como o key-country da América do Sul, o Brasil, por conseguinte, configura um campo da batalha da nova guerra fria e daí a necessidade de regime change, por via eleitoral, após as demonstrações de junho de 2013 e outras, que tão espontâneas certamente não foram, embora justas causas e razões houvesse, mas desde muitas décadas antes.
Por fim, não se pode descartar a forte probabilidade de que Sra. Marina Silva, se eleita, renuncie à produção de urânio enriquecido, para concorrer no mercado internacional, ao programa do submarino nuclear e de rearmamento das Forças Amadas do Brasil, de modo a recompor suas relações com os Estados Unidos.
Prezado Prof. Roberto Amaral, não se trata de simples premonição, mas um raciocínio de um cientista político, com vasta experiência e conhecimento dos bastidores da história, diante de fatos. O Sr., como um homem honrado, socialista, concorda com as declarações da Sra. Marina Silva sobre a privatização do Banco Central, ingerência em Cuba e afastamento da China etc.? 
Cordialmente e com todo o respeito,
Prof. Dr. Dres. h.c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira.

In "Olhos do Sertão".

NESTE DOMINGO, SOLTEM AS AMARRAS!




COGITANDO:



Que o ser humano não viva só em busca da felicidade como também de todas as experiências que enriqueçam o seu caráter e elevem a sua dignidade, de modo a amoldar-se completamente ao projeto idealizado pelo construtor do Universo.

O ABRAÇO DE HOJE VAI PARA A MINHA IRMÃ NÚMERO UM



Lúcia, que este seja o início de uma nova vida.
Parabéns e muitas realizações.