domingo, 1 de dezembro de 2013

SEXO CADA VEZ MAIS CEDO...

Mais de 2 milhões de adolescentes em todo o mundo vivem com o vírus do HIV e a maioria deles não recebe tratamento adequado, o que levou a mortalidade nesse grupo de população aumentar 50% entre 2005 e 2012.
O dado alarmante chama ainda mais atenção quando se compara com a queda generalizada da mortalidade pelo vírus de imunodeficiência humana (HIV) em 30% em todos os grupos de idade desde 2005, segundo dados divulgados no último dia 25 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

HAJA IGNORÂNCIA NUM PAÍS ONDE O SEXO É PRIMORDIAL!

Religiosos prejudicaram campanha de prevenção a aids

O Brasil precisa adotar uma postura mais incisiva na área da prevenção e da infecção por HIV para recuperar o protagonismo mundial no enfrentamento à doença. 
A opinião é do médico sanitarista e epidemiologista Pedro Chequer. 
Considerado um dos principais especialistas no tema no país, ele acredita que o Brasil sofreu um "grande retrocesso" nos últimos anos por, entre outras razões, ceder à pressão de grupos religiosos na condução das ações de resposta à epidemia.
Entre as medidas que simbolizam esse recuo, segundo ele, estão a suspensão pelo governo federal, em março deste ano, da distribuição de material educativo para prevenção da aids dirigido a adolescentes. 
O kit, formado por revistas de histórias em quadrinhos, abordava temas como gravidez na adolescência, uso de camisinha e homossexualidade.
"O Brasil pautou seu programa de aids na fundamentação científica e sempre foi exemplo para o mundo, promovendo campanhas de prevenção abertas, diretas e objetivas, voltadas principalmente às populações mais vulneráveis. De repente, vemos esse grande retrocesso e o Brasil sofre um revés político, deixando de ser vanguardista na área da prevenção e de campanhas", disse Chequer, que coordenou a política de aids do Ministério da Saúde e dirigiu o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids) no Brasil.
Ele ressaltou que ainda não é possível calcular o impacto dessas medidas, já que, diferentemente de outras doenças como o sarampo ou o cólera, os sintomas da infecção por HIV podem levar um longo período para se manifestar. 
O especialista destacou, também, que o Brasil vem promovendo avanços para ampliar a oferta de tratamento gratuito contra a aids para todos os adultos que sejam diagnosticados soropositivos, independentemente do estágio da doença. 
Há cerca de dois meses, o Ministério da Saúde submeteu à consulta pública um protocolo de atendimento prevendo que o tratamento seja fornecido ao paciente com aids, que tiver CD4 (células de defesa do organismo) acima de 500 para cada milímetro cúbico de sangue e que não apresentam os sintomas da doença. 
Pela regra atual, a rede pública de saúde fornece tratamento ao paciente com aids que tiver CD4 abaixo de 500 para cada milímetro cúbico de sangue.
Desde o início de 2013, também podem receber o tratamento casais sorodiscordantes - aqueles em que um dos parceiros tem o vírus e o outro não - com CD4 acima de 500 células para cada milímetro cúbico de sangue, pacientes que convivem com outras doenças, como tuberculose e hepatite, e pacientes assintomáticos com CD4 menor de 500.
A validação das proposições recebidas e a elaboração da versão final consolidada do protocolo será coordenada pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, que deve finalizar o documento ainda este ano. Segundo o ministério, estudos internacionais mostram que o uso precoce de antirretrovirais reduz em 96% a taxa de transmissão do HIV.
"Ampliar a cobertura de tratamento é fundamental porque na medida em que as pessoas são tratadas, elas praticamente não transmitem o vírus. Quando não há transmissão, não há novas infecções. Mas isso só vai ocorrer se forem implantados serviços de saúde nas regiões mais distantes e criados processos de mobilização com campanhas na mídia, nas redes sociais, nos serviços comunitários e de saúde para promover a testagem", disse.
O Ministério da Saúde estima que atualmente cerca de 700 mil pessoas vivam com HIV e aids no país, mas 150 mil não sabem que têm o vírus ou a doença. 
Ao todo, 313 mil recebem tratamento com medicamentos antirretrovirais gratuitos. 
O Brasil registra, em média, cerca de 38 mil casos de aids por ano. 
Desde os anos 1980, quando teve início a epidemia, foram contabilizados 656 mil casos. 
Procurada pela reportagem, a assessoria do Ministério da Saúde não comentou as críticas feitas pelo especialista.
Fonte: Agência Brasil

PROJETOS DO MESMO DEPUTADO "REVOLUCIONÁRIO":

Em 17 de julho de 2013 apresentou uma ementa d
ispondo sobre aposentadoria especial do Carteiro: aos 25 anos de exercício contínuo nessa atividade.

Nesse mesmo dia, apresentou ementa dispondo sobre aposentadoria aos 25 anos de serviço contínuo também para Operadores de Triagem e Transbordo.
Em 13 de agosto de 2013, apresentou uma ementa instituindo o Dia Nacional do Muçulmano.
Em 17 de setembro requereu a realização de Audiência Pública com o jornalista Palmério Dória a fim de discutir denúncias contidas no livro "O Príncipe da Privataria".

BOBAGENS DE DEPUTADO:

Protógenes Queiroz:

"Hoje (20/11), dia da Consciência Negra eu fiz uma reflexão baseada na constituição brasileira em meu pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados. Constituição que em seu artigo 3º. salienta que o estado deve promover o bem estar de todos, sem qualquer preconceito. Cito também o artigo 4º., que lista dentre os princípios do estado brasileiro o repúdio ao racismo. Continuo lendo o artigo 231, um capítulo dedicado aos povos indígenas. E eu indago: onde está o capítulo dedicado ao povo negro? É preciso incluir na Constituição um capítulo dedicado ao povo negro".

ORA, ORA.
O NOBRE DEPUTADO DEVERIA REFLETIR SOBRE O SEGUINTE: SE TODOS SÃO IGUAIS PERANTE O ESTADO, ENTÃO POR QUE CRIAR UM CAPÍTULO DEDICADO AO POVO NEGRO?
RETIRE-SE AQUELE DEDICADO AOS INDÍGENAS E TUDO SE RESOLVERÁ!

O HOMEM QUE VOMITOU NO CÁLICE DO PAI...

"Com 16 anos, eu contestava porque havia um presidente general, saía, entrava outro. 
Em casa o meu pai era militar, homem do regime, eu perguntava e ele saía pela tangente: 
- "Meu filho, vai tentar construir um Brasil maior. Não pense neste Brasil de hoje porque eu não tenho muito a esclarecer, a não ser o que o jornal e a Voz do Brasil já te dizem". 
Desde pequeno, eu tinha como hábito ouvir a Ave Maria, a Voz do Brasil e depois o Repórter Esso. 
E ler o jornal, todo dia de manhã cedo. 
Meu pai mandava comprar o jornal e eu tinha que ler junto com ele, para me informar. 
Então eu falei: 
- "A culpa é do senhor porque agora tenho consciência”. 
E ele: 
- "É isso que eu quero, mas tenha cautela". 
Com 16 anos, entendia o tipo de país que eu queria para mim e para os meus semelhantes".
Protógenes Pinheiro Queiroz, quando ainda era Delegado da Polícia Federal.
Hoje, deputado federal pelo PC do B.
Foi protagonista da Operação Satiagraha, em 2008, que apurou esquema de desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro.
Em 2010, Protógenes Queiroz foi condenado a mais de três anos de prisão por ter vazado informações sigilosas da Operação Satiagraha à imprensa e por ter forjado provas contra o banqueiro Dantas. 
A pena foi substituída pela prestação de serviços comunitários.

UNS GALOS VERMELHOS CONTINUAM SONDANDO NOSSOS GALINHEIROS...


Toda noite tem aurora. E toda aurora tem seus galos, clarinando no escuro o dia por nascer. A ambição do portal Vermelho é ser um galo assim na internet. Contribuir para dissipar treva neoliberal. Trabalhar para que venha logo a alvorada dos trabalhadores e povos da Terra.
Vermelho nasce num planeta imerso na crise e na guerra. 
Num continente sob ameaça de recolonização em nome do "livre comércio". 
Num Brasil entregue aos Silvério dos Reis contemporâneos. 
E num ambiente, a internet, que é o fiel espelho virtual desta realidade. 
Também aqui reinam o neoliberalismo com o imperialismo norte-americano à frente, a hiper-mercantilização e a concentração da riqueza, a crise e o desemprego, o banditismo e o lixo cultural - em especial o made in USA.
No entanto, combatendo a treva há também a luz. 
A consciência crítica se reergue, de Seattle a Ramallah e Porto Alegre. 
Muitos milhões de mulheres e homens se engajam na resistência, em nome da paz, do progresso e da liberdade.
A própria internet é igualmente um cenário da luta por outra realidade, por um mundo novo, um novo Brasil. 
E um cenário para um público de milhões, que permite comunicação de massas a preço relativamente desprezível, em tempo real e escala planetária, com texto, som, imagem, movimento, interatividade…
Vermelho engaja-se neste combate. 
Empenha-se em explorar ao máximo estas características. Deseja colocá-las a serviço dos trabalhadores e não dos burgueses, dos povos e não dos impérios, da liberdade e não do macartismo bushiano, do conhecimento e não do embrutecimento, da programação livre e não do monopólio da Microsoft.
A modernidade, e seu ícone da moda, a internet, encerram em si duas classes sociais e, logo, dois projetos. 
Rejeitamos a modernidade burguesa, conservadora, que nos vende a cada dia uma mudança para que tudo continue como está. 
Por isso mesmo abraçamos a modernidade transformadora, revolucionária, que busca nas mudanças do presente os pontos de apoio capazes de alavancar o futuro.
Sim, tomamos partido, para o escândalo dos senhores embelezadores do status quo. 
A partir do nome - Vermelho! - proclamamos orgulhosamente nossos compromissos: com a independência e soberania de nosso país; com a liberdade e a democracia; com o progresso, os direitos e conquistas sociais, o trabalho e os trabalhadores; com o socialismo e o comunismo; com as bases teóricas e as forças de vanguarda capazes de conduzir estas lutas.
Com este posicionamento dirigimo-nos aos internautas, em particular três segmentos que vêm crescendo na medida em que o público da rede se torna mais amplo e mais pobre: a juventude; a intelectualidade; e, por fim mas não por último, a numerosa parcela do proletariado moderno que freqüenta a internet no trabalho ou em casa.
Vermelho nasce com os olhos bem abertos para a totalidade do planeta, empenhado em interagir com ela. 
Suas páginas em espanhol e inglês, mesmo modestas, testemunham esta disposição.
Porém enxergamos o mundo a partir dos interesses do povo brasileiro.
Esta perspectiva determinada não é superior à de ninguém, mas tampouco inferior, como crêem nossas colonizadas classes dominantes. 
Os brasileiros temos apenas cinco séculos de formação, atribulada e penosa. 
Somos um povo novo. 
Mas germinou aqui, aos trancos e barrancos, uma identidade original, um tipo de matriz flexível, aberta, assimiladora, um humanismo desimpedido. 
E ela é uma contribuição que temos a oferecer à raça humana, neste início de século envenenado pelo racismo e a intolerância.
O ponto de vista brasileiro é também o de uma nação dependente e oprimida que almeja libertar-se. 
Reclama a rebelião contra o retrocesso que vai nos condenando à condição de neocolônia, da economia à cultura. 
Longe deste combate decisivo, tampouco haverá democracia para as grandes massas, nem progresso e bem-estar social.
O jargão em voga na internet banalizou e abastardou o termo "conteúdo". 
Vermelho aspira recuperar seu significado primitivo e essencial, que não se mede em gigabites.
Perseguimos um conteúdo cuja quantidade exprima qualidade. Um conteúdo sem aspas, que se meça em idéias novas, denúncias candentes, argumentos sólidos, exemplos eloqüentes, propostas mobilizadoras, polêmica, investigação e análise, criatividade, ousadia.
Um tal conteúdo não se impõe limites de pauta. 
Tudo que é humano - e em especial brasileiro - nos interessa: política e futebol, biotecnologia e desemprego, Alca e frevo, segurança pública e sindicatos, racismo e saúde, meio-ambiente e privatizações, eleições e cinema, história, ocupações de terra, feminismo, greves, filosofia, escolas de samba, guerrilhas, ciências, meninos de rua, sonhos…
O nexo desta infinidade temática é político. 
Hoje, o povo brasileiro, enojado com a hipocrisia, corrupção e truculência políticas das classes governantes, tende a rechaçar em bloco a política e os políticos. 
Com o devido respeito, isto é uma tolice. 
O preconceito tem por certo suas explicações, porém nenhuma justificativa.
No limite, ele protege e perpetua justamente a velha ordem dos políticos hipócritas, corruptos e truculentos - que alimentam o lugar-comum de que política é mesmo uma coisa suja. 
O caminho da emancipação, do progresso e do bem-estar passa obrigatoriamente pela política, pela politização das maiorias hoje em grande parte marginalizadas, pela conquista e transformação do regime político, pelos partidos políticos democráticos e progressistas.
Em estreita conexão com o conteúdo, a atualidade é decisiva - uma pré-condição para quem deseje acompanhar e interagir com a realidade fora da rede, em transformação incessante e às vezes vertiginosa. 
Surge daí o Diário Vermelho, com funções de informação mas também de opinião, colunas, crônicas, cadernos estaduais, municipais - e ainda o vasto espaço do Falapovo, aberto à colaboração dos internautas.
O ferramental da interatividade abre todo um universo de possibilidades para Vermelho ter um uso múltiplo, polivalente. Os jornais operários de cem anos atrás já se colocavam as tarefas de organizadores coletivos. 
Um portal na internet permite que se eleve ao cubo essa função, e que se agregue muitas outras, de finanças, formação, acervo das idéias, das obras e da memória do movimento, para não falar da mobilização concreta em torno das batalhas de cada momento.
Vermelho nasce como uma oficina de si próprio. 
Irá se fabricando no ar, abrindo seu caminho ao andar. 
Esta é em parte uma imposição das circunstâncias em que ele nasce, com uma equipe central ainda pequena e poucos recursos. Mas é sobretudo uma escolha consciente: um portal militante confia seu êxito à contribuição militante.
Fala-se muito hoje em crise da militância. 
Não poderia ser diferente nestes tempos de individualismo exacerbado. 
Entretanto, a humanidade é maior que esta fase desumanizadora. 
Os valores do trabalho, da criação, da fraternidade, da generosidade, rebrotam sem cessar, a despeito dos tempos difíceis e até como mecanismo de autodefesa.
Vermelho nasce para abrigar, cultivar, dar espaço e visibilidade a muitos milhares de contribuições militantes. 
Será um portal feito como Van Gogh fazia quadros, como Clementina de Jesus fazia música, como Cipriano Barata fazia seu jornal nas masmorras do Império, como Che Guevara fazia a guerrilha: pela simples, limpa e forte convicção de que estas são coisas necessárias.
Não vai aqui qualquer concessão ao amadorismo ou à improvisação. 
Mas quem disse - afora os sacerdotes do neoliberalismo - que só possuem qualidade e excelência as coisas que têm um preço no mercado? 
Ao contrário, desde os primeiros passos preparatórios, não nos têm faltado exemplos de que o trabalho militante pode ser o mais bem feito.
Por isso Vermelho anuncia: temos vagas. 
Muitas e muitas vagas, para homens e mulheres de todas as idades, de todos os recantos do Brasil, e também de fora. 
Vagas para as inteligências, as sensibilidades, os talentos. 
Vagas para quem julgue necessário um portal assim e se disponha a ajudar o dia a nascer, pela pura e prazerosa certeza de que a treva já durou demais.
São Paulo, 25 de março de 2002.
Bernardo Joffily, pela equipe do Vermelho.

FELICIDADE


O POVO 
ESTÁ FELIZ 
DO JEITINHO
 QUE VEIO AO MUNDO.
QUEM NÃO ESTÁ FELIZ 
É QUEM QUER FAZER
PARTE DO PODER
E VIVER
DO POVO MAMANDO A ESSÊNCIA.