segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

QUANTAS ALMAS ELE AJUDOU A TRANSPORTAR ANTES DO COMBINADO?

Eric Lawson morreu em sua casa, em San Luis Obispo, na Califórnia, nos EUA - Reprodução
Fumante desde os 14, Lawson morreu no dia 10 de janeiro em sua casa, em San Luis Obispo, na Califórnia, de insuficiência respiratória decorrente de uma doença pulmonar obstrutiva crônica. 
Segundo sua mulher Susan Lawson, "ele sabia que o cigarro tinha poder sobre ele, mas ele não conseguia parar."
Lawson era ator de pequenos papéis em programas de TV, como Baretta e A Streets of San Francisco, quando foi contratado para aparecer em anúncios da marca Marlboro, de 1978 a 1981. O ator também participou de "As Panteras" e "Baywatch", mas um acidente no set de filmagem de um filme de faroeste encerrou sua carreira em 1997.Eric Lawson deixou 6 filhos e 18 netos.
Fonte: Estadão.

COM CERTEZA, RÔMULO!


“O MUNDO ESTARIA A SALVO, SE OS HOMENS DE BEM TIVESSEM A MESMA OUSADIA DOS CANALHAS”. 
Rômulo Nogueira

E DE RACHEL SHEHERAZADE, QUEM TEM MEDO?




No dia 23 de dezembro de 2013, a grande jornalista/apresentadora de um telejornal no SBT, fez um comentário sobre "Fogo Cruzado":

... E mesmo sem saber de onde veio a bala que matou a menina Maria, a população já se antecipou, acusando, julgando e condenado a PM.
É que, para a comunidade, a polícia é uma intrusa. É visita sem convite.
No sumiço de Amarildo, por exemplo, houve revolta, depredação, violência, ônibus queimados e até um “Fora Cabral!”.
Mas, curiosamente, porque não há levantes de moradores contra crimes praticados por traficantes dentro ou fora das favelas? 
E olha que esses crimes não são poucos! 
Fato é que a comunidade é parte refém parte cúmplice do tráfico.
Porque o traficante que toca o terror, é o mesmo que oferece a proteção, que faz a “justiça” na comunidade, e claro, que emprega os aviões, fogueteiros, chefes de boca...
Por medo ou conveniência, o morador da favela não pode ou não quer apoiar a lei, a ordem, o Estado. 
Então, trava-se uma espécie de "guerra civil". 
A lei contra o crime, a polícia contra a comunidade.
E no meio desse fogo cruzado, sobram os inocentes como Maria!

Transcrito do blog oficial da jornalista.

QUEM TEM MEDO DE JOAQUIM BARBOSA?



"A perseguição ao ministro Joaquim Barbosa é impressionante. Tentam devassar sua vida de todas as formas, para descobrir manchas em seu extraordinário currículo. 
É claro que muitos erros serão encontrados, ninguém é perfeito (ou atire logo a primeira pedra). Mas em comparação à quase totalidade dos políticos e autoridades brasileiras, a trajetória de Barbosa é algo insuperável.
Sua origem carente tem semelhanças com a de Lula, mas Barbosa conseguiu uma diferença fundamental. Ao contrário do ex-presidente, que sempre se orgulhou de jamais ter lido um só livro, Barbosa se tornou um intelectual de primeira, com um currículo cravejado de concursos públicos e uma cultura realmente invejável.
A pressão que hoje o PT e parte da mídia exercem sobre ele é implacável. 
Procuram de todas as formas evitar que ele peça aposentadoria em abril, se filie a algum partido e se candidate à Presidência da República, conforme a legislação eleitoral lhe permite, por ser magistrado."
Carlos Newton.

ÓDIO DE SER POBRE?

Matéria da Folha de São Paulo afirma que a maioria dos detidos levados à delegacia dos Jardins durante a manifestação de sábado mora em bairros da periferia das zonas sul, norte e leste.
Como admitir uma sujeição como essa, querida São Paulo?

OS "MOCINHOS" QUEREM ACABAR COM O PAÍS. SERÁ QUE A INSPIRAÇÃO VEM DE ALGUMA NOVELA DA GLOBO?

26/01/2014

Segurança máxima 
A cinco meses da Copa, doze capitais brasileiras já sofrem os efeitos de atos contrários à realização do evento. Ontem, aniversário de São Paulo, um grupo de manifestantes quebrou um carro da polícia, agências bancárias, lojas, carros. Um Fusca foi incendiado com pessoas dentro, inclusive uma criança. O protesto, que reuniu black blocs, partidos de esquerda, movimentos sociais, entre outros, foi convocado via redes sociais e degenerou em vandalismo. Será que, como na ECO-92, na Copa teremos tanques nas ruas pra conter bandidos mascarados? 
Postado por Roberto Jefferson às 11:45 no seu Blog do Jefferson.

UM DIA OS DOUTORES CHEGARAM

Chegaram os médicos, pelo menos em minha cidade, no final da década de 60. 
Com seus medicamentos fortes, foram enfraquecendo, principalmente as mulheres, mais sujeitas às mudanças de comportamento, segundo os doutores, devido às atribulações da própria vida que não ia além de cuidar da casa, do marido, dos filhos e dos animais.
Muitas mulheres ainda eram férteis. 
O argumento utilizado pelos médicos, em todo o Brasil, e em minha cidade também, era o mesmo de hoje. 
A vida psíquica vai seguindo seu curso e, de repente, não mais que de repente, eventos mentais podem acontecer; por exemplo, a depressão, e, neste caso vamos usar um remédio "contra a depressão". 
Mas se, ao contrário de deprimir, a vida levar as pessoas para dentro de um labirinto negro e elas, na ânsia por luz e liberdade, tornarem-se agitadas, eufóricas, agressivas e doidonas, então chegou a hora de usar os anti-maníacos que, na prática, são conhecidos pelo nome de "estabilizadores do humor". 
Pode acontecer de a vida encher-se de ansiedade, com muitos medos, agitação, estresse, etc... 
Nestes casos, vamos nos valer de um remédio anti-ansiedade, etcetera e tal.
Não houve ninguém, de família nenhuma no Brasil, e muito menos em minha cidade, que não tivesse entrado para o mundo das "drogas" desde a década em questão, pois não diziam os doutores que os remédios novos acabavam com todas as dores?
Sim, elas dopavam tudo o que significava desânimo, tristeza, "depressão".
Começaram a chover receitas para se comprar dos tais "psicotrópicos". 
Nome até pomposo!
Em todas as farmácias havia uns livros enormes, de capa escura, onde eram cadastradas todas as pessoas que precisavam dessas "drogas" ( os tais psicotrópicos) para viver.
Era gardenal, dolmadorm, valium, diazepan, frisium, sonebon, motival, somalium, lexotan, olcodil, mesmerin, zirbanil, librium, lorax, lexoton, melbril, diazetard, stelapar, neozine, natisedine, amplictil psiquiátrico, halcion, akineton, equilide, anafranil, inibex, frontal, diempax, rivotril, urbanil, madalen, psicosedin, diazelong, noctal.... 
Já parou para ver como aumentou a lista desses tais "remédios" nos dias de hoje?
Percebeu o que aconteceu então?
Parece que uma legião de mortos vivos - ou vivos mortos? - sem coragem, sem ânimo, sem peito para nada começaram a surgir por todos os lugares e em minha cidade também.
Hoje, estão aí os descendentes: filhos, netos e até bisnetos desses usuários vivendo na mais ampla vegetação.
Em todo o país - e em minha cidade também -  para que vai servir essa casta, se o cérebro não sabe nem como responder às investidas do meio onde habita?