domingo, 31 de março de 2019

AUTOR DA MORTE DE LUIZ MASUO YATSUGAFU ERA EX-FUNCIONÁRIO DO EMPRESÁRIO




Foto: Reprodução/TV TEM
A polícia prendeu na madrugada deste sábado (30) o suspeito de matar um empresário de Itapetininga (SP). 
De acordo com a Polícia Civil, Luiz Henrique Passos era ex-funcionário de Luiz Masuo Yatsugafu, de 71 anos, que foi achado morto em uma área de matagal no bairro Pocinho, em São Miguel Arcanjo (SP).
De acordo com o delegado Agnaldo Nogueira Ramos, o suspeito foi detido em uma operação. “Concluímos que era ele e foi representada pela prisão temporária. Ele estava para fugir e por isso foi desencadeada a operação nesta madrugada. Realizamos a prisão, ele foi conduzido à delegacia e confessou a autoria do crime”, diz.

Leia mais no G1.

TATUÍ: FILHO DEU FACADA NAS COSTAS DA MÃE


INDIVÍDUO movido por futilidade empunhou uma faca e desferiu um golpe atingindo sua mãe nas costas, enquanto ela conversava com o esposo. 
Uma guarnição da Guarda Municipal de Tatuí patrulhava pelo Bairro Quatrocentos, quando foi avisado por um transeunte que ouvira os gritos da mulher.
Os guardas entraram no local e detiveram Vitor Hugo de S. F. Ferreira, que confessou o crime na Central de Flagrante.
A mãe foi socorrida por uma equipe do SAMU e levada ao hospital. 
A delegada Rafaela de Melo o prendeu por violência doméstica lei 11.340/06 (audiência de custódia). 
O crime ocorreu sábado, 30/03, por volta das 18h40.

Fonte: Sorocaba Notícia.

PSICOLOGIA DA "MISSÃO CUMPRIDA"?

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A prática reiterada do feminicídio
Eudes Quintino de Oliveira Júnior

Os meios de comunicação de fácil acesso e longo alcance vêm noticiando, reiteradamente, a prática de crimes de feminicídio, tanto na forma tentada como consumada. As notícias divulgadas, acompanhadas de fotos que causam repúdio ao primeiro olhar, dão conta do impacto provocado na opinião pública que, por sua vez, sem fronteiras, vai sedimentando cada vez mais sua opinião recriminadora.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, durante o ano de 2019, “ao menos 119 mulheres foram mortas no Brasil em janeiro por causa de seu gênero; outras 60 sobreviveram.” 1
É, realmente, um número demasiadamente exagerado, levando-se em consideração que o tipo penal do feminicídio é de construção recente, com pena mais exacerbada que o do homicídio, também revestido do mesmo caráter de hediondez e que tem por finalidade a proteção da mulher, no tocante à violência doméstica e familiar como, também, ao menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
O surto existente, acontecendo em várias cidades do país, é de difícil explicação no campo da criminologia, que busca equacionar os novos comportamentos humanos que geram reações agressivas praticadas contra namoradas, companheiras ou esposas. É certo que a sociedade experimenta mutações constantes e seu dinamismo traz uma nova realidade de convivência, muitas vezes atropelando valores e bens jurídicos indisponíveis, como a vida humana. Mas, de antemão, fica um questionamento delimitado pelo labirinto existente entre os pensamentos que giram em torno de Eros e as deliberações de Tânatos.
Apesar de a opinião pública ter já externado seu repúdio e aversão a tais condutas praticadas contra as mulheres, considerando-as intoleráveis, apesar da existência de lei específica para o controle social de tal ilícito, o que se vê na realidade é a reiteração do crime em modalidades agressivas diferenciadas, na maioria delas com requintes de crueldade. Parece até que o agressor, sabedor que é do alto grau de periculosidade que reveste sua conduta e da exasperada pena cominada pelo tipo penal, mesmo assim, faz opção pelo ato de violência, não se importando com as consequências penais referentes ao seu status libertatis. A título de curiosidade, a prática de homicídio simples prevê uma pena de 6 a 20 anos de reclusão, enquanto que no feminicídio a pena é de 12 a 30 anos, também de reclusão, sem contar ainda com os acréscimos em razão do estado gestacional da vítima, se for praticado diante de descendentes ou ascendentes, assim como em razão de descumprimento de medida protetiva.
Desta forma, cai por terra a teoria inibidora da criminalidade se ao delito for imposta uma pena mais gravosa. Não tem qualquer aplicação ao presente caso. O mesmo fenômeno ocorreu quando da vigência da lei dos Crimes Hediondos, que surgiu como se fosse a tábua de salvação no campo penal, pois ditou normas a respeito do caráter de hediondez do crime, expondo-o como uma conduta ignóbil e repulsiva, que provoca a indignação seguida da reprovação unânime da sociedade. Em razão disso, carregou um plus legislativo diferenciado, que permitia ao Judiciário- segregar provisoriamente - negar o benefício da liberdade provisória, o pagamento da fiança - indeferir qualquer pleito com relação à graça, anistia, indulto e - determinar o cumprimento da pena em regime mais rigoroso.
Apesar de se apresentar como norma de endurecimento penal, a lei ordinária foi se atritando com o regramento constitucional e a consequência foi a suavização do preceito que previa o direito de se obter a liberdade provisória e o regime fechado integral de cumprimento da pena. Tais benefícios praticamente retiraram o rótulo de hediondo do crime, que passa para a vala comum, com tratamento idêntico aos demais, justificando-se a prisão não mais pela gravidade da ação do agente e sua imediata reprovação popular, mas pelos parâmetros utilizados para os crimes comuns.
Uma vez que a pena não se apresenta como caráter intimidativo, deve-se buscar outra fonte para encontrar uma solução que possa, ao menos, suavizar a ocorrência de tantos feminicídios. 
Por se tratar, em regra, de um crime que envolve relacionamento entre homem e mulher, o responsável pela agressão é o atual ou ex-companheiro da mulher e, como pano de fundo, surge com acentuada frequência, o inconformismo com o término da relação. Daí a necessidade de a mulher buscar auxílio nas delegacias especializadas, desde quando perpetrada a primeira agressão, mesmo que seja catalogada como natureza leve. E, a partir desta quebra de confiança, ficar atenta para próximas investidas, oportunidade em que poderá solicitar o concurso da justiça para ser beneficiada com medidas protetivas adequadas, previstas na lei Maria da Penha. 
É muito comum a mulher deixar passar in albis a comunicação não só de uma como de várias outras agressões e quando ocorre a derradeira, toma-se conhecimento que há muito tempo figurava como vítima, sem qualquer proteção.
Talvez, para o momento, seja esta conscientização necessária para estancar tantos crimes desnecessários, observando que, com a comunicação, o agressor será identificado e poderá, se quiser, frequentar grupos de auxílio para entender a ilicitude de sua conduta.



*Eudes Quintino de Oliveira Júnior é promotor de justiça aposentado/SP, mestre em direito público, pós-doutorado em ciências da saúde, reitor da Unorp, advogado.

REMÉDIOS MAIS CAROS A PARTIR DE AMANHÃ

Remédios podem ficar até 4,33% mais caros a partir de segunda-feira.
Por Jéssica Gonçalves - Repórter da Rádio Nacional Brasília
O preço dos remédios vendidos no país pode aumentar até 4,33% a partir desta segunda-feira (01). 
Resultado de imagem para remediosO valor, definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, ficou acima da inflação de 2018, que fechou o ano em 3,75%.
De acordo com o Ministério da Saúde, o percentual é o teto permitido de reajuste. Cada empresa pode decidir se vai aplicar o índice total ou menor. Os valores valem para os medicamentos vendidos com receita.
Ainda segundo a pasta, o cálculo é feito com base em fatores como a inflação dos últimos 12 meses – o IPCA, a produtividade das indústrias de remédios, o câmbio e a tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos publica, todo mês, no site da Anvisa, a lista com os preços de medicamentos já com os valores do ICMS – o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, que é definido pelos estados.
Resultado de imagem para remediosAs empresas que descumprirem os preços máximos permitidos ou aplicarem um reajuste maior do que o estabelecido podem pagar multa que varia de R$ 649 a R$ 9,7 milhões.

Fonte: EBC- AGÊNCIA BRASIL

SNIPERS JÁ EM ATIVIDADES NO RIO DE JANEIRO

'Snipers já estão sendo utilizados, só não há divulgação', diz Witzel sobre ação da polícia.


Com quase cem dias à frente do comando do Estado do Rio, o governador diz que aumento do número de mortes em confronto com a polícia não o preocupa e que o estado ainda atravessa uma crise profunda.
Paulo Cappelli e Thiago Prado
Entrevista com Wilson Witzel, governador do Estado do Rio de Janeiro, no Palácio Guanabara Foto: Marcos Ramos / Agência O Globo.

RIO - O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, diz que os atiradores de elite da polícia — os chamados snipers — já estão sendo usados pela polícia para matar traficantes nas favelas. 
Em entrevista aos jornalistas Paulo Cappelli e Thiago Prado, Witzel afirma que apenas não há divulgação das ações.
— Os snipers são usados de forma absolutamente sigilosa. Eles já estão sendo usados, só não há divulgação. O protocolo é claro: se alguém está com fuzil, tem que ser neutralizado de forma letal — destaca Witzel.
O uso de atiradores de elite para abater criminosos armados à distância é defendido por Witzel desde a campanha eleitoral. A proposta, porém, causa polêmica entre juristas e especialistas em segurança pública. 
Em novembro do ano passado, o Ministério Público Federal informou que apresentaria denúncia contra o governador se ele cumprisse a promessa.

Leia mais em O Globo.

NÃO ACHEI GRAÇA NENHUMA, AGAMENON!

Agamenon: “Queda de Bruços” 

É melhor Jair se acostumando: o governo do presidente “Bozo”naro é uma palhaçada! Para aumentar as trapalhadas do capitão, ainda tem o animado trio de filhos −Moe, Larry e Shemp Bolsonaro, Os Três Patetas mais votados do Brasil.
Mas o presidente não está nem aí. Aliás, parte domingo para fazer campanha para Bibi Sucos Netanyahu em Israel. Provavelmente, Bolsonaro vai até o Muro das Lamentações (que não foi construído pelo Trump) pra se queixar do Rodrigo Mala. 
Uma coisa é certa: Jair Bolsossauro vai aproveitar a estadia na Terra Santa para pagar uma promessa: mudar a capital do Brasil pra Jerusalém.
O fato é que nesta semana o governo mostrou que, pra ficar uma bosta, ainda precisa melhorar muito. Ninguém se entende, conversa ou tenta fazer uma terapia, DR, sei lá o quê. 
Segundo os cientistas loucos políticos, por seu passado de militar, o presidente quer instalar no país um regime de beligerancismo sem coalizão.
Resultado: a Câmara passou uma rasteira no Executivo e ficou todo mundo de queixo caído. 
Só não caiu o dólar, que foi pras alturas. 
O clima é de pânico controlado e desespero contido, e agora os principais atores políticos (aliás, como trabalham mal esses caras!) resolveram encenar uma trégua. 
Só que a interpretação foi tão ruim que ninguém acreditou.
Na verdade, os três poderes querem mesmo é phoder. 
Poder com o povo brasileiro. 
Para o Tosconaro, o Executivo tem que executar: executar os bandidos e marginais. 
Para Porquinho Maia, o Legislativo tem que legislar: legislar em causa própria. 
E o Judiciário tem que julgar: julgar o que é melhor para eles mesmos já que eles julgam que são melhores que os outros.
Nesse tabuleiro, está rolando um pesado xadrez político quando, na verdade, a maioria dos políticos deveria estar no xadrez.

Agamenon Mendes Pedreira é Humorista Sem Fronteiras e aceita doações.
In O ANTAGONISTA

BISCOCHITTOS, O BISCOITO DE POLVILHO DE SÃO MIGUEL ARCANJO. UMA DELÍCIA!





SAC: 15- 3279-4721