RODRIGO MAIA:
"O mundo está passando por uma crise sem precedentes. O Banco Central americano e o da Nova Zelândia acabam de baixar os juros; na Alemanha e na Espanha, os governos decretam o fechamento das fronteiras. Há um esforço global para conter o vírus e a crise.
Por aqui, o presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas. Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo... A economia mundial desacelera rapidamente; a economia brasileira sofrerá as consequências diretas.
O presidente da República deveria estar no Palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir às manifestações que atentam contra as instituições e a saúde da população...."
ALCOLUMBRE:
"É hora de amadurecermos como Nação.
Com a pandemia do coronavírus fechando as fronteiras dos países e assustando o mundo, é inconsequente estimular a aglomeração de pessoas nas ruas.
A gravidade da pandemia exige de todos os brasileiros, e inclusive do presidente da República, responsabilidade!
Todos nós devemos seguir à risca as orientações do Ministério da Saúde.
Convidar para ato contra os Poderes é confrontar a Democracia.
É tempo de trabalharmos iniciativas políticas que, de fato, promovam o reaquecimento da economia, criem ambiente competitivo para o setor privado e, sobretudo, gerem bem-estar, emprego e renda para os brasileiros"....
- Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/03/16/maia-e-alcolumbre-lembram-os-crimes-de-bolsonaro-o-ataque-mudou-de-patamar.htm?cmpid=copiaecola
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