Policial mata ex-namorada e comete suicídio em Mauá
Por Lucas Diniz/ 14/05/2020/ MAUÁ AGORA
Na noite da quarta-feira (13) um policial militar de Mauá de 43 anos, matou sua ex-namorada de 29, e logo em seguida cometeu suicídio, em um galpão do bairro Vila Noêmia na cidade.
Segundo uma testemunha do ocorrido, a vítima estava no local trabalhando, no momento em que o agente entrou no estabelecimento armado, correu atrás de sua ex-companheira, efetuou primeiro dois disparos contra a mulher e em seguida, um contra sua própria cabeça.
O boletim de ocorrência relata que ambos chegaram a ser socorridos e levados para o Hospital Nardini, no entanto, vieram a óbito no mesmo local.
Por Lucas Diniz/ 14/05/2020/ MAUÁ AGORA
Na noite da quarta-feira (13) um policial militar de Mauá de 43 anos, matou sua ex-namorada de 29, e logo em seguida cometeu suicídio, em um galpão do bairro Vila Noêmia na cidade.
Segundo uma testemunha do ocorrido, a vítima estava no local trabalhando, no momento em que o agente entrou no estabelecimento armado, correu atrás de sua ex-companheira, efetuou primeiro dois disparos contra a mulher e em seguida, um contra sua própria cabeça.
O boletim de ocorrência relata que ambos chegaram a ser socorridos e levados para o Hospital Nardini, no entanto, vieram a óbito no mesmo local.
A arma do crime foi apreendida para investigação, assim como os celulares do casal.
De acordo com psiquiatras Carol North, da Universidade do Sudoeste do Texas, e Betty Pfefferbaum, da Universidade de Oklahoma, ambas nos Estados Unidos, existem pesquisas mostrando que pessoas em quarentena ou na linha de frente do combate à doença, apresentam maiores quadros de estresse, depressão, medo, raiva e tristeza profunda.
Violência contra a mulher
Com a quarentena obrigatória em quase todos os países, estados e cidade do mundo, a violência familiar e doméstica vem estatisticamente crescendo.
De acordo com psiquiatras Carol North, da Universidade do Sudoeste do Texas, e Betty Pfefferbaum, da Universidade de Oklahoma, ambas nos Estados Unidos, existem pesquisas mostrando que pessoas em quarentena ou na linha de frente do combate à doença, apresentam maiores quadros de estresse, depressão, medo, raiva e tristeza profunda.
Violência contra a mulher
Com a quarentena obrigatória em quase todos os países, estados e cidade do mundo, a violência familiar e doméstica vem estatisticamente crescendo.
Por isso, canais de atendimento para a proteção de vítima foram abertos para auxiliar na prevenção desta situação: Central de Atendimento à Mulher (180) e Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar (190).
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