sábado, 1 de dezembro de 2018

POR MIM, CORRUPTO TEM SÓ QUE DEVOLVER O QUE FOI SURRUPIADO DO POVO OU, NO MÍNIMO, PRESTAR SERVIÇO COMUNITÁRIO PELO RESTO DA PENA. ELE NÃO OFERECE PERIGO DE MORTE A NENHUM CIDADÃO...

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Apenas os ministros Barroso e Edson Fachin votaram pela inconstitucionalidade do decreto de indulto de Temer. 

Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Celso de Mello disseram que o texto tem validade e que é prerrogativa do presidente da República definir que critérios usar no indulto – ou seja, Temer pode reeditá-lo neste ano como quiser.

Fux pediu mais tempo para analisar o decreto. 

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, usou o twitter para criticar a decisão do STF. 

“Corrupção no Brasil é alastrada e requer resposta firme. O STF vai na contramão quando tende a liberar o perdão de 80% da pena dos corruptos pelo indulto de Temer. Ou seja, 4/5 das penas/trabalho da Lava Jato serão jogadas no lixo. Assim fica fácil ser corrupto no Brasil”, escreveu. 

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot engrossou o coro dos descontentes ao chamar o indulto proposto por Temer de “insulto de Natal”.

Com a decisão de Fux, a posição que a Lava Jato defende agora se segura por um fio.

POR FALAR EM RACISMO...


No Brasil, os agentes dos crimes designados como de "colarinho branco" são eminentemente brancos.
O que você acha disso?


TEM GENTE QUE PENSA QUE VIVEMOS NO PRIMEIRO MUNDO.




P. Como operam as engrenagens do racismo estrutural?

PRIMEIRAMENTE, AME-SE!

GEORGE H. W. BUSH, PAI

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Morreu no dia de ontem aos 94 anos.
Sofria do Mal de Parkinson, tinha problemas respiratórios e fazia tratamento de uma infecção no sangue.
E pelo menos seis mulheres querendo indenização por supostos assédios do homem que há vários anos já estava prostrado em uma cadeira de rodas.
Que descanse em paz!


PARA MELHOR OU PARA PIOR. QUEM VIVER, VERÁ!

IAB defende fim de guerra armada contra tráfico em áreas urbanas. 










O IAB - Instituto dos Advogados Brasileiros defende o fim do enfrentamento bélico ao comércio de drogas nas áreas urbanas. 
A mudança no combate ao tráfico é uma das 10 propostas do parecer da Comissão de Direito Penal aprovado na sessão ordinária desta quarta-feira, 28. 
O texto será apresentado pelo IAB à Comissão de Atualização da Lei de Drogas, na audiência pública marcada para o dia 6 de dezembro, na Faculdade de Direito da USP.
A comissão de juristas, presidida pelo ministro Marcelo Navarro, do STJ, e que tem como vice-presidente o ministro do STJ Rogerio Schietti, foi instituída pela presidência da Câmara em junho deste ano para elaborar um anteprojeto de lei que visa a atualizar a lei de drogas (11.343/06) e o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. 
O presidente da Comissão de Direito Penal, Marcio Barandier, representará o IAB na audiência pública.
"A política de combate ao comércio de drogas, aplicada com cunho bélico e militar nos últimos 30 anos, se demonstrou fracassada e vem resultando num número elevado de mortos e feridos, entre suspeitos, policiais e inocentes, em operações desencadeadas nas zonas urbanas”, afirmou João Carlos Castellar, ao sustentar o parecer na sessão plenária.
O documento foi redigido por ele e os também membros da Comissão de Direito Penal Renato Neves Tonini e Katia Rubinstein Tavares. 
“O enfrentamento bélico deve ser substituído por medidas de redução de danos e de saúde pública, bem como com investigações inteligentes que tenham por objetivo impedir o ingresso no Brasil de drogas e armas”, defendeu Castellar.
Dentre as 10 propostas do IAB, também estão: redução das penas, aplicação de sanções diferenciadas para pequenos e grandes traficantes, fim das restrições à concessão de benefícios previstos no CP e na lei de execução penal, descriminalização do consumo, adoção de políticas de saúde para os dependentes químicos e campanhas educativas nas redes públicas e privadas de ensino.

Sanções diferenciadas
De acordo com Castellar, a redução das penas e a adoção de sanções diferenciadas são fundamentais, já que, segundo ele, “a política de combate ao tráfico de drogas tem gerado também um assustador e exponencial aumento da população carcerária”.
Em relação à descriminalização do consumo, o advogado disse que a maconha deve ser excluída da lista de proibições da Agência de Vigilância Sanitária para fins medicinais e, ainda, o seu consumo descriminalizado, pois além de não acarretar consequências mais graves do que o do tabaco ou do álcool, substâncias que são comercializadas licitamente, a medida resultaria em grande avanço para a redução dos índices de criminalidade e carcerário.
Ainda de acordo com o advogado, “mais do que prender pessoas, devem as autoridades se preocupar, sobretudo, em apreender o objeto do crime antes que chegue aos pontos de venda a varejo”.
Em sua opinião, “as atividades investigativas, de inteligência, devem prevalecer em relação às de repressão”.
Ele destacou também a importância da aplicação de medidas de cooperação internacional, controle de fronteiras, portos, aeroportos e rodoviárias. “Certamente, são mais eficazes e causam menos efeitos colaterais.”
Na sessão, Marcio Barandier reforçou também a relevância da definição da quantidade específica de drogas que caracteriza a conduta como sendo de uso e acima da qual se configura o crime de tráfico. 
“É preciso estabelecer critérios objetivos, pois hoje um jovem da zona sul do Rio de Janeiro, por exemplo, preso com uma pequena quantidade de drogas é enquadrado como usuário, enquanto um jovem da zona Norte da cidade, com a mesma quantidade, responde por tráfico, na maior parte dos casos”, criticou o presidente da Comissão de Direito Penal.

Fonte: Migalhas Quentes.

PRIMEIRO DE DEZEMBRO. CHOVEU MUITO À NOITE. AMANHECEU GOSTOSINHO. VAMOS VIVER!