segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

PRESIDENTE DA OAB DE ANDRADINA PROVOCA COLISÃO E FOGE. LEGISTA DISSE QUE ELE ESTAVA ALCOOLIZADO MAS SUA COORDENAÇÃO MOTORA ERA NORMAL.


Dirigindo alcoolizado, presidente da OAB de Andradina provoca colisão e foge. 
Advogado está com CNH cassada desde 2016.
Roni Willer - Especial para a Folha/29.01.18
O presidente da 91ª Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Andradina, Betreil Chagas Filho, que está com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) suspensa desde de 2016, foi detido pela Polícia Militar após provocar uma colisão e fugir sem socorrer as vítimas. Ele estaria dirigindo alcoolizado. 
A batida aconteceu na madrugada de domingo (28). Chagas Filho dirigia um VW Golf, pela rua Marechal Deodoro, quando passou sem parar pelo cruzamento com a avenida Guanabara, colidindo em uma moto com dois homens. Sem prestar socorro, ele fugiu para a casa dos pais, mas foi seguido por outro motociclista, que chamou a PM. 
Chagas Filho confessou aos policiais que foi responsável pela batida e alegou que fugiu por estar com a CNH suspensa desde 2016, também por dirigir embriagado. 

LESÕES
As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros, sendo levadas ao pronto-socorro, onde foram constatadas lesões leves. O caso foi apresentado na Polícia Civil. Três advogados foram à delegacia defender o colega. 
O presidente da OAB passou por exame com um médico legista, que atestou que ele estava alcoolizado, porém afirmou que sua coordenação motora era normal. Após prestar esclarecimentos, ele foi liberado.

DEFESA
Por telefone, Chagas Filho negou que estivesse dirigindo embriagado. Ele confirmou que fugiu do local porque estava com a CNH suspensa e que está prestando auxílio às vítimas da colisão.

Folha da Região.

EX-PREFEITO DE BRAÚNA ACUSADO DE IMPROBIDADE


Ronaldo Ruiz Galdino
O Ministério Público em Penápolis ingressou com ação contra o ex-prefeito de Braúna Heitor Verdú (PV), uma empresa de consultoria e seus dois sócios-proprietários, um escritório de advocacia e dois advogados. Para a Promotoria de Justiça, a gestão de Verdú contratou desnecessariamente essas firmas, pois o objeto dos acordos guarda relação com atividades típicas da administração pública. A ação foi distribuída no Fórum de Penápolis no último dia 22. 
A empresa de consultoria foi contratada em 2011 para recuperar receitas de encargos sociais e contribuições previdenciárias relativas às contribuições de caráter indenizatório e temporário do período entre 2006 a 2011, com capacitação para funcionários públicos municipais efetuarem as medidas de compensações ou restituições dos valores à Receita Federal. 
Já o acordo com o escritório de advocacia tinha como objetivo viabilizar a recuperação dos mesmos encargos sociais e contribuições previdenciárias daquele período e também fazer a capacitação dos servidores para as mesmas atividades do ajuste anterior, além da interposição de ações judiciais. Ambas contratações receberam pareceres contrários do Jurídico na época. 
O MP quer que os réus sejam condenados a ressarcir ao município o valor de R$ 105.122,40, que corresponde a soma dos contratos. Além disso, a Promotoria de Justiça pede para que eles também recebam as sanções de perda da função pública que eventualmente estiverem ocupando, suspensão dos direitos políticos por oito anos, pagamento de multa de duas vezes a quantia do suposto dano e a proibição de contratar com o poder público por cinco anos. 

MÃO DE OBRA
O ex-prefeito disse à Folha da Região que já falou com seu advogado para apresentar defesa prévia no processo. Segundo Verdú, assim como outros municípios pequenos, Braúna tem déficit de mão de obra qualificada e por isso resolveu fazer as contratações. 
De acordo com ele, a Prefeitura teve retorno financeiro com a recuperação das receitas e ninguém foi lesionado. “A gente vai mostrar que não houve nenhuma ilegalidade”, afirmou Verdú.

Folha da Região

E LULA FICA SEM O TRIPLEX



















Erick Gimenes, G1 PR, Curitiba/
Foto: Andre Penner/AP

O juiz Sérgio Moro ordenou a venda em leilão público do triplex em Guarujá, no litoral paulista, atribuído pelo Ministério Público Federal (MPF) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os valores da venda devem ser "destinados, após o trânsito em julgado, à vitima no caso de confirmação do confisco ou devolvidos à OAS Empreendimentos ou ao ex-presidente no caso de não ser confirmado o confisco", disse o juiz.
Ele também solicitou que 2ª Vara de Execução de Títulos Extrajudiciais da Justiça Distrital de Brasília tome providências para o levantamento da penhora em relação ao imóvel.
Moro disse que o imóvel foi "inadvertidamente penhorado, pois o que é produto de crime está sujeito a sequestro e confisco e não à penhora por credor cível ou a concurso de credores".
No documento, Moro também afirmou: "Atualmente não pertence à OAS Empreendimentos nem ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Está submetido à constrição da Justiça e será alienado para que o produto reverta em benefício da vítima, a Petrobras".
O juiz também disse que a falta de recolhimento do IPTU "leva à natural crença de que o imóvel está abandonado".
"A omissão do recolhimento do IPTU pela OAS Empreendimentos, proprietária formal, ou pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proprietário de fato, coloca o imóvel em risco, com a possibilidade de esvaziamento dos direitos de confisco da vítima, no caso uma empresa estatal e por conseguinte com prejuízo aos próprios cofres públicos. Tal omissão leva à natural crença de que o imóvel está abandonado e corre riscos de ter seu valor depreciado, por falta da adequada conservação".

Condenações
Lula foi condenado em duas instâncias no processo que envolve o triplex - em primeira, a pena fixada foi de 9 anos e 6 meses de prisão, pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro; em segunda, a 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado.
O ex-presidente foi acusado pelo Ministério Público de receber propina da empreiteira OAS. A suposta vantagem, no valor de R$ 2,2 milhões, teria saído de uma conta de propina destinada ao PT em troca do favorecimento da empresa em contratos na Petrobras.
Segundo o MP, a vantagem foi paga na forma de reserva e reforma do apartamento no litoral paulista, cuja propriedade teria sido ocultada das autoridades. Um dos depoimentos que baseou a acusação do Ministério Público e a sentença de Moro é o do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, também condenado no processo.
Além de Lula, também foram julgados Léo Pinheiro (presidente afastado da OAS); Paulo Okamotto (presidente do Instituto Lula); Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Gordilho, Fabio Hori Yonamine, Roberto Moreira Ferreira (diretores da OAS).

Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

VOLTANDO AOS MEUS TEMPOS DE ADOLESCENTE

Imagem relacionada

Este ferro antigo cheio de brasas quase em fogo serviam, além de passar roupas, para alisar nossos cabelos sempre muito compridos.
Foi a primeira CHAPINHA que conhecemos no Brasil.


COISA DE FILME DE TERROR


Um homem morreu depois de ser sugado por uma máquina de ressonância magnética em Bombaim, na Índia, na noite do último sábado (27). 
De acordo com a polícia, um médico e um funcionário do Nair Hospital foram presos por negligência.... 

Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2018/01/29

HOMENAGEM AO "HENRICÃO" JÁ COMEÇOU




























A deputada Clélia Gomes, em parceria com a Organização SP em Retalhos, promoverá no dia 29/1, na Alesp, um ato solene em comemoração dos 110 anos do renomado sambista Henrique Felipe da Costa, o "Henricão". 
Na homenagem, serão entregues placas comemorativas para o Museu Municipal Histórico e Pedagógico Comendador Virgolino de Oliveira, de Itapira, cidade natal do compositor, e à Escola de Samba Vai-Vai, que o tem como um dos fundadores. 
"Henricão e toda sua obra não podem ser esquecidos. Ele merece e deve ser reverenciado pela marca que deixou dentro do nosso samba e na própria cultura popular brasileira, por seu pioneirismo, polivalência e originalidade", destacou Clélia Gomes. 
Além da solenidade, acontecerá ainda o lançamento do livro Reencontro, de autoria de Famelli Jr, presidente da Organização SP em Retalhos. A obra conta a biografia do homem de origem humilde, que foi ainda compositor e carnavalesco e que marcou seu lugar no carnaval de São Paulo como o primeiro Rei Momo negro da história. 
No evento, estarão presentes a deputada Clélia Gomes, Famelli Jr, o diretor de Cultura de Itapira Ricardo Pecego, o secretário de Cultura de Itapira Tiago Fontolan, o gestor do museu municipal Eric Apolinário, entre outras autoridades da cidade de Itapira, além de familiares, amigos e integrantes, diretores e a velha guarda da Vai-Vai.
ALESP


ULALÁ!