
E se em São Miguel Arcanjo existe mais de 5 mil estufas, como bem disse o prefeito Paulo Ricardo da Silva num encontro realizado no mês de agosto com produtores rurais para montar a Associação Casa do Produtor, que tal haver maior diversificação de produtos?
Muito tomate, pimentão, pepino acabaram indo pro lixo no ano passado.
Uma observação: essas estufas foram promessas políticas feitas durante a campanha do ex-prefeito Tsuoshi José Kodawara. Que deram certo, pois ele se elegeu.
Mas que tal introduzir também alface, alho poró, manjericão, hortelã, arruda, citronela, melissa, sândalo? Ou então plantas medicinais como: losna, bálsamo, cânfora, alfavaca, milfolhas, mentrasto, vinca.
Maravilha poderem ser doadas as sobras às entidades assistenciais e não serem enterradas.
Ah, e é importante haver também viveiros para armazenar mudas f
rutíferas, ornamentais, para reflorestamento de áreas degradadas através das espécies nativas.
Voltando ao tópico sobre a Associação Casa do Produtor, entrei em contato com a Casa da Agricultura, cujo responsável é o senhor Wesley Vieira Batista, e lá me disseram que a Associação Casa do Produtor não tem nenhuma relação com aquela Secretaria. Que o que estão querendo é montar uma Cooperativa do Produtor.
Então, para transparência do projeto, pergunta-se:
1. Onde se localiza?
2. Qual o CNPJ?
3. Terá uma diretoria?
4. Qual a relação dela com as manifestações vivenciadas no último dia 05 de novembro?
Foto acima ( Luiza Válio - uma rua do Bairro Gaviões).
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