terça-feira, 19 de dezembro de 2017

No Rio de Janeiro, Lula defende os governadores que roubaram o dinheiro do povo

O ano de 2018 deveria começar no dia 24 de janeiro com a prisão do famigerado “Dom Lulone”, mas as leis brasileiras, na sua maioria, elaboradas e promulgadas por corruptos, deixa uma serie de espaços para o réu recorrer em liberdade e cheio de direitos.
Diz a imprensa que Lula e sua trupe estão a reclamar que o TRF-4 foi ágil demais em analisar seu processo e marcar o dia do julgamento. 
Ora! 
Senhores, se ele vive apregoando que é inocente deveria ficar feliz e ser, totalmente, a favor de uma Justiça rápida e simples. Mas, quando dele se esperava isso, eis que o sujeito está a defender a tese de uma Justiça lenta, acovardada e incompetente.
No Brasil corrupto, conhecido no submundo do crime como zona de baixo meretrício, os condenados que roubaram muito e têm dinheiro para pagar um batalhão de advogados criticam o juiz que os condenou, esculacham os tribunais, sapateiam, dançam samba e, mesmo assim, continuam voando em céu de brigadeiro, sem que nada lhes aconteça. 
Lula é promíscuo e folgado, mas ao que parece, é ser assim que o povo gosta dele. 
A semana passada, num comício realizado para militantes petistas, disse: “o Rio de Janeiro não merece que governadores eleitos, democraticamente, pelo povo estejam presos porque roubaram dinheiro público”. 
Tempos atrás, enquanto Sérgio Cabral e seu bando, acintosamente, roubavam o povo do Rio, ele, abraçado com o corrupto e ladrão de alta periculosidade, gritou alto e em bom tom: votar em Sérgio Cabral é uma obrigação ética, moral e política. 
Pois é, queiram ou não esse sujeito continua solto, falando coisa com coisa, defendendo ladrão condenado há mais de 70 anos e, como uma garça branca num pântano, transita no âmbito da Republica, acua a Justiça, continua enganando o povo e ainda quer voltar a ser presidente para acabar de Fd o Brasil.

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