CURITIBA - PR
O Museu do Expedicionário, criado em 1946, ilustra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, em especial, a participação dos soldados paranaenses.
Possui farto material histórico, incluindo muitas ilustrações, mapas, livros e documentos da época. Estão expostos vários materiais bélicos e armamentos utilizados na guerra pela Força Expedicionária Brasileira, pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha de Guerra do Brasil.
O Museu do Expedicionário é mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, órgão dos ex-combatentes que serviram na Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Grande Guerra.
Na Praça do Expedicionário, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.
FOTOS DE OUTROS MUSEUS DA FEB NO BRASIL :
ALGUMAS ARMAS UTILIZADAS PELA FEB E TROPAS INIMIGAS :
Revolver SW cal. 45 Contrato Brasileiro
Mauser 9mm broomhandle (alemã)
Colt .45 ACP
Revolver Smith Wesson cal. 38
Luger P-38 cal. 9mm
Luger 9mm Parabellum
Mauser cal. 32 ACP (alemã)
Fuzil M1 Garand cal. 30-06
Fuzil Springfield cal. 30-06
Sub-metralhadora M-3 cal. 45 ACP
Sten Gun cal. 9mm
Fuzil STG 44 cal. 7,92
Submetralhadora PPSh 41 cal. 9mm
MP40 cal. 9x 19mm
Metralhadora MG42 cal. 7.92 x 57 mm (alemã)
Metralhadora pesada Browning .30
Metralhadora pesada Browning .50
Metralhadora pesada Vickers MK1 cal. 303
Metralhadora Type 96 cal.6.5x50 mm
Granada
Lança - chamas
Morteiro (principal responsavel pelas baixas brasileiras na Italia).
PROPAGANDAS BRASILEIRAS DE GUERRA
10 DE NOVEMBRO DE 1943
FOTOS DO CONFLITO
Soldados nazistas
HEROIS DA FEB COM A BANDEIRA NAZISTA CAPTURADA EM CAMPANHA NA ITALIA
A MESMA BANDEIRA, ENCONTRADA HOJE NO MUSEU DA FEB :
Hino da Força Expedicionária Brasileira - FEB.
Musica: Maestro Spartaco Rossi, poema de : Guilherme de Almeida.
Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.





























































































































































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