quinta-feira, 17 de outubro de 2019

JÁ PENSOU BOLSONARO E FILHOS E O RESTO DOS POLÍTICOS DO PAÍS NESTA SITUAÇÃO?


Para os deputados suecos do novo Parlamento, eleito em setembro passado (2018), a realidade é a austeridade de sempre: gabinetes de sete metros quadrados, apartamentos funcionais pequenos e rígidos limites para o uso do dinheiro dos contribuintes no exercício da atividade parlamentar.

Não são oferecidos a deputados suecos benefícios extras como aqueles concedidos a parlamentares no Brasil, a exemplo de verbas para fretamento de aeronaves; 
aluguel e demais despesas de escritório político na base eleitoral; 
alimentação do parlamentar; 
contratação de secretária e entre 25 e 50 assessores particulares; 
ressarcimento de gastos com médicos; 
auxílio-creche pago por cada filho até os seis anos de idade; auxílio-mudança para se transferir para a capital; 
fundos para contratação de consultorias; 
assinatura de publicações e serviços de TV; 
além de verba para divulgação de mandato.

E imunidade parlamentar é um conceito que não existe na Suécia.
"Somos cidadãos comuns", diz à BBC News Brasil o deputado Per-Arne Håkansson, do partido Social-Democrata, em seu gabinete no Parlamento sueco.
"Não há sentido em conceder privilégios especiais a parlamentares, uma vez que nossa tarefa é representar os cidadãos e conhecer a realidade em que as pessoas vivem. Também pode-se dizer que é um privilégio em si representar os cidadãos, uma vez que temos a oportunidade de influenciar os rumos do país", acrescenta Håkansson.

BBC 

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