terça-feira, 30 de julho de 2013

BARRACO

No Brasil, o cidadão morador da periferia, aquele próximo aos que o Papa Francisco conheceu de pertinho, só tem dois caminhos para escolher: ou envereda-se pelos caminhos do crime, ou senta-se beirando o fogão, pito na boca, desdentado, filharada nascendo, cinco, seis, todos dormindo na mesma cama, e que tão logo descubram a porta da rua, também vão para lá a fim de fazer suas escolhas.
Ainda bem que, quando os políticos chegam ao casebre onde moram esses brasileiros, batem palmas, senão o barraco vem abaixo.
Até nisso os políticos são estudados. 

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