sábado, 11 de agosto de 2012

UMA JUDIAÇÃO O QUE ACONTECE COM OS SANTOS BRASILEIROS...


“O pau só quebra nas costas do pequeno neste País” - Délio Fortes de Lins e Silva advogado de Antonio Lamas;


“Se tivesse relacionado o presidente, o MP teria feito uma injustiça. Mas havia um depoimento que o citava” - Délio Fortes de Lins e Silva advogado de Antonio Lamas;

“Antonio Lamas está lá, coitadinho” - Délio Fortes de Lins e Silva advogado de Antonio Lamas

“Na época a imprensa denunciava Ali Babá e os 40 ladrões. Qual o critério para colocá-lo como réu? Como Lamas nos pés? Não tinha nada mais midiático que isso…Dois irmãos lamas para completar os 40 ladrões” - Délio Fortes de Lins e Silva advogado de Antonio Lamas;

“MP errou ao denunciar Antonio Lamas. Ele foi a mando do patrão” - Délio Fortes de Lins e Silva advogado de Antonio Lamas;

“O MP identificou umas 50 pessoas que tiveram a mesma conduta de Lamas, mas o MP não denunciou nenhuma” - Délio Fortes de Lins e Silva advogado de Antonio Lamas;

“Tenho a plena convicção que no último dia, trarei Jacinto nessa Corte. Ele olhará nos olhos de cada presente aqui e dirá O Supremo Tribunal Federal me absolveu de todas as acusações. O STF disse que eu não sou e nunca fui mensaleiro” – Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas; 

“A acusação contra Jacinto não passa de um infortúnio porque nunca foi verificada a prova” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Quem seria o maior beneficiário dos esquemas? O chefe da nação. Existe uma pessoa que falou que ele sabia de tudo: Roberto Jefferson. É tão fácil acreditar em Lula e tão difícil acreditar em Jacinto quando ele diz que não sabia?” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Jacinto não recebeu um tostão furado” – Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Jacinto confirmou ter feito saques e disse que não sabia a origem dos valores. Ele achava que era para o deputado Valdemar da Costa Neto” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Jacinto Lamas era um zero à esquerda no partido. O papel de tesoureiro era figurativo” – Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Quem mandava e desmandava naquele partido, como faz até hoje, era o deputado Valdemar da Costa Neto. Ele controlava desde a venda ou compra de um café até as reuniões políticas e as votações no sentido A ou B” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Jacinto não tinha qualquer importância política no partido. Ele não fazia reuniões políticas, não influenciava votações” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Ele era homem de confiança de Valdemar e do partido” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“A Receita Federal nunca chamou Jacinto para esclarecimentos” – Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“A reportagem mostra a foto de Jacinto ao lado de uma foto de uma mansão. Balela, senhores ministros” – Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“As prova indicam o contrário. Indicam que ele não teve participação no mensalão” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“O que me cabe aqui é esclarecer, que se ele existiu, Jacinto Lamas não participou” – Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Se o mensalão existiu ou não, eu deixo para que Vossas Excelências decidirem” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Há 7 anos Jacinto cumpre pena, há 7 anos ele é chamado de mensaleiro” - Délio Lins e Silva advogado de Jacinto Lamas;

“Havendo dúvida razoável não pode haver condenação” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Mais uma vez fala-se de uma quadrilha em que ninguém se conhece” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Há referências de pessoas que nunca foram ouvidas” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“O que o MP fez, fez com a mesma tática que usou no caso Collor. Fez uma acusação genérica buscando uma interpretação para facilitar a sua prova” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“PL fazia parte da coligação do governo assim que ela se formou. O comportamento normal é que ele votasse com o governo” – Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Não vou ficar aqui tentando mostrar se houve ou não o mensalão” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Em nenhum momento o MP mostrou que foi modificado o acordo” – Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“A inocência de Valdemar da Costa Neto é imperativa. A questão é linear e de lógica jurídica pura” – Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“O acordo e os pagamentos aconteceriam fosse Valdemar deputado ou não” – Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Sem dinheiro você não faz campanha” – Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Existia um temor de que o PT era inimigo dos empresários” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Houve um acordo político para viabilizar a junção na campanha presidencial de José Alencar na campanha” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Em 2002, reconheceu o MP na denúncia que houve um acordo político” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“A conduta criminosa se faz somente pelo recebimento da vantagem indevida?” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Para o crime de corrupção o ato de ofício é a primeira questão no julgamento de corrupção passiva ou ativa” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Cabia ao procurador apontar o ato de ofício (dever funcional) e provar as alegações” - Marcelo Luis Ávila de Bessa advogado de Valdemar Costa Neto;

“Ele tem mais de 67 anos e se for condenado não tem condição de ter uma vida digna depois disso” – Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

Defender um inocente é pior do que defender um culpado” – Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Não houve associação estável para o cometimento de crime” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Um senhor de mais de 60 anos pode ser condenado a mais de 14 anos por essas provas frágeis” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“A fragilidade das acusações faz com que a defesa seja negada” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Os (antigos) advogados sequer apresentaram a defesa preliminar” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Ele (o MP) está transferindo para outras instâncias” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Como defender se ele apresenta somente indício de prova? Temos 6% de provas, essa sujeirada toda que está nos autos. Isso foi tudo o que foi produzido nos autos em relação ao senhor Quaglia” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Vou ficar defendendo o meu cliente em várias instâncias agora?” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia, sobre a denúncia ter dito que tinha outras referências em outras instâncias da Justiça;

“Ele não tem a menor noção da origem lícita ou ilícita do dinheiro. Ele não conhecia nenhuma político”- Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“O réu foi informado e intimado pessoalmente da renúncia de seus advogados” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Peço a nulidade absoluta do processo” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Até então houve falha processual” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia, sobre ter pego a defesa de Alberto Quaglia somentet a partir de 2011;

“Não posso conceber que pela primeira vez a Suprema Corte de nosso País admita a responsabilidade de alguém que não tem culpa demonstrada” - Haman Córdoba defensor- público federal, advogado de Carlos Alberto Quaglia;

“Contra uma crença irracional, não há elementos racionais” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“Em uma quadrilha, eu consigo imputar mais crimes com mais facilidades” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“Isso é uma questão dogmática. A imputação de quadrilha é feita, não por modismo, mas por estratégia muito relevante para a acusação. Ela é feita porque cria um estigma. A partir do momento que ligo uma pessoa a uma quadrilha, crio o estigma que trata-se de um quadrilheiro, de um bando” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“Uma coisa é recebimento de denúncia, outro é o decreto condenatório” – Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“O Ministério Público não é órgão condenador, ele é seguidor de lei, fiscalizador” – Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“Peço vênia para dedicar um minuto à leitura de uma lição fundamental de um decano dessa Corte Celso de Mello. Alguém que exerce como sócio não se revela suficiente para ser considerado culpado”- Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“Não há recibo, telefonema, depoimento, nada que o ligue a Marcos Valério” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“Um única menção já seria suficiente para condená-los. As poucas menções que fazem a ele, não o citam” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

”A acusação nessa ação penal sofre de uma fragmentação lógica. Basta ler a denúncia e as alegações finais para perceber que o pensamento no momento final é diferente, e pior, é divergente do pensamento que informava a acusação quando do oferecimento da denúncia pelo STF” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“São 7 anos que Breno tenta provar sem sucesso que não tem nada a ver. Teve a sua pessoa comprometida e aniquilada” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg;

“O prolongar dessa ação penal, pelo menos para acusados como Breno, seria apenas prolongar um sofrimento” - Guilherme Alfredo de Moraes advogado de Breno Fischberg.



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