Um homem só é livre de fato quando reconhece nos seus semelhantes o mesmo direito que ele tem à liberdade.
Ser livre, porém, não significa que, ao nascermos, cada um de nós esteja predestinado a receber um passaporte com direito a transitar pela vida tropeçando em erros, em desacertos, em descaminhos e ainda correndo o risco de sermos atropelados uns pelos outros.
Essa suposta autonomia não tem lógica.
Primeiramente porque nascemos dentro de um núcleo familiar; esse núcleo deve ter uma estrutura própria onde os ensaios sobre os erros já deveriam estar bem acertados.
Mas se acontecer de os homens terem livre arbítrio para errar sempre, quem nos garantirá que já não perderam a razão?
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