segunda-feira, 15 de julho de 2013

ENTENDA A TRAMA:

A Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) começou a ser investigada pelo Ministério Público a partir de 2007, com objetivo de apurar supostos crimes de formação de quadrilha, estelionato, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. 
A quebra de sigilo bancário na Bancoop, feita pelo promotor de Justiça Carlos Blat, apontou uma movimentação suspeita, com cheques sacados em dinheiro, de R$ 31 milhões, além de atividades irregulares feitas pelos dirigentes da instituição.
Segundo as denúncias, publicadas inicialmente pela revista Veja e o jornal O Estado de S. Paulo, o promotor apontou o ex-diretor financeiro e ex-presidente da Bancoop, João Vaccari Neto, como responsável por supostos desvios de recursos da Bancoop. 
Ele é atualmente tesoureiro do PT. 
As irregularidades teriam afetado milhares de associados, que investiram recursos para comprar imóveis pela Bancoop.
A suspeita é de que os recursos que teriam sido retirados da cooperativa foram supostamente desviados para abastecer campanhas eleitorais do PT desde 2002. 
O rombo financeiro da Bancoop está estimado em R$ 100 milhões, com cerca de três mil famílias afetadas.
Helena Daltro Pontual - Jornal do Senado 

Nenhum comentário: